terça-feira, 31 de outubro de 2017

Rkatsiteli



Rkatsiteli é especialidade da República da Geórgia, também é bem conhecida no leste da Europa e existem algumas plantações no estado de Nova York. Dá origem a vinhos secos florais e condimentados, bem como a vinhos doces e fortificados.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Espumante e principais regiões produtoras - África do Sul



Apesar do clima ser quente demais para produzir espumantes, existe uma pequena produção , principalmente de Sauvignon Blanc e Chenin Blanc, com crescente participação de Pinot Noir e Chardonnay.
A seriedade com a qual os sul-africanos enfocam a questão pode ser deduzida do fato de terem sua própria expressão para denominar o método de produção: "cap classique" (MCC), os Espumantes MCC geralmente são feitos à base de Chardonnay e Pinot Noir, embora muitos produtores usem também a Pinot Meunier e Chenin Blanc ou até mesmo Pinotage. Existe também o MCC tinto, de Shiraz e Pinotage.
Também é utilizado o método Charmat lá conhecido como "Tank Method".
Procure por Herdade Cabriere de Achim von Arnim. e também os de Simonsig, Villiera e os de Graham Beck, a preços mais razoáveis.

Leia também: Espumantes e principais regiões produtoras - Nova Zelândia

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Prncipais vinhos da Espanha - Bierzo



Bierzo localizada entre os montes da Cantábria e de León, denominação de origem desde 1989.
Uma região em ascensão, que tem a tinta autóctone Mencía como principal. De clima continental e solos ricos em minerais, é da grande parte das vinhas velhas plantadas na região que nascem tintos concentrados, muito frutados, aromáticos e caracteristicamente refrescantes .
Álvaro Palácios de Priorat, e seu sobrinho Ricardo levaram Bierzo e até mesmo a Mencía, ao mapa internacional.
Atualmente existem cinquenta bodegas em Bierzo.
Outras variedades utilizadas são as branca Godello, e Doña Blanca


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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Produtores de vinhos da Argentina - Bodega del Desierto



Em 2001, começaram a trabalhar no potencial inexplorado do solo do Vale do Alto Rio Colorado na parte norte da Patagônia.
Visão que foi apoiada por um grupo qualificado de especialistas com o mesmo espírito pioneiro.
Se estabeleceram em 25 de Mayo, canto sudoeste da província de La Pampa , e plantaram as primeiras vinhas de Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Syrah e Chardonnay.
Em 2003, as variedades Malbec, Pinot Noir, Sauvignon Blanc e Viognier foram adicionadas, totalizando 140 hectares de vinhas.
Os elementos que tornam a viticultura em La Pampa um desafio são, de fato, essenciais para a complexidade e o caráter de seus vinhos.
Um clima continental árido, os mineiras do solo, a combinação do sol sem fim e dos ventos fortes mais o Rio Colorado, juntamente com a tecnologia de ponta, dão aos vinhos uma característica especial que pode ser vista em exemplares elegantes com muito corpo, taninos intensos, cores vibrantes e muita personalidade.
O vinicultor Sebastian Cavagnaro é quem realiza o acompanhamento da vinha e do dia-a-dia dos vinhos Desierto 25, Disierto Pampa e Espumante Pampa Mia, contando desde 2003 com o conselho integral do vinicultor americano Paul Hobbs.
Linhas:
Deserto 25 - Vinhos projetados para trazer algo amigável e rico para o dia-a-dia. Chardonnay, Sauvignon Blanc, Cabernet Sauvignon, Caabernet Franc, Merlot, Syrah, Malbec Pinot Noir, formam a linha, 70% dos vinhos descansam em carvalho francês e americano por 9 meses.

Deserto Do Pampa - Refinado e ao mesmo tempo franco, genuíno, fiel à sua linhagem patagônica. Sutil com nuances e cheio de personalidade, têm as variedades Chardonnay, Syrah, Cabernet Franc, Malbec, um blend e um colheita tardia de Viognier. Os tintos descansam 18 meses em barricas de carvalho francês e americano.

Pampa MIa - Vívida, jovem, ousada é composta por um Rosé Cabernet Franc, um Espumante Blanc de Blancs e um Blanc de Noirs elaborados pelo método tradicional.

Fonte: Wine of Argentina
Bodega del Desierto

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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Queijos e Vinhos pelo mundo - Azeitão DOP



Queijo de Azeitão DOP
Queijo português proveniente da região de Azeitão, aos pés da Serra da Arrábida. Sendo que as áreas de produção DOP abrangem os concelhos de Palmela, Sesimbra e Setúbal.
A origem e o segredo veio das Beiras Baixas há dois séculos, 1830, pelas mãos de Gaspar Henriques de Paiva, agricultor e parente da família José Maria da Fonseca,  que na época trouxe ovelhas leiteiras e talvez por nostalgia de sua terra natal, todos os anos mandava vir um queijeiro para que o leite do seu rebanho produzisse o tão afamado Queijo Serra da Estrela, mal supondo estar dando origem a um dos mais apreciados queijos de ovelha de Portugal, o Queijo de Azeitão.
Obtido a partir do leite integral e cru de ovelha, o Queijo de Azeitão é um queijo curado, pequeno, de 100 gramas ou de 250 gramas, em forma de cilindro achatado, sem bordos definidos e com crosta amarelada e comestível. A massa também apresenta cor amarelada clara, é amanteigada, untuosa, com poucos ou nenhum olhos, e de fácil corte.
A cura é efetuada num período mínimo de 20 dias. Durante esse tempo, os queijos são virados todos os dias e lavados, sempre que necessário, para que a crosta se mantenha limpa e lisa.
O aroma e o sabor são característicos, limpos e inconfundíveis, são definidos como um misto de ácido e salgado, com a presença, quase imperceptível de amargo e picante, o que torna o sabor verdadeiramente particular.
Na hora de degustá-lo, pode ser servido tanto como uma entrada ou ao final de uma refeição antes da sobremesa.
Deve ser servido à temperatura ambiente, sendo retirado da geladeira duas horas antes, no inverno, no verão bastam 30 minutos.
O corte deve ser feito ao meio para que se possa apreciar a massa untuosa a deformar lentamente, depois parta em pequenas fatias e sirva.


Quando o assunto é vinho, devido a sua untuosidade, vinhos brancos com boa acidez e refrescantes são uma boa opção, ou roses frutados.
Há quem prefira os tintos regionais, se o queijo for servido antes da sobremesa opte por um Moscatel de Setúbal.

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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Negroamaro



As palavras negro e amargo dizem tudo. Atraente uva do sul da Itália, com um sabor ligeiramente amargo semelhante ao café expresso.
Muito plantada na região de Apúlia, em especial na península quente e seca de Salento, a espora da bota italiana,

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Espumantes e principais regiões produtoras _ Nova Zelândia



É tal a ânsia de perfeição da industria vinícola da Nova Zelândia que não cederão até que seus vinhos espumantes enfrentem o próprio Champagne.
O Principal produtor de vinhos do país e o Montana, com 85% da produção de Lindauer (com preços mais baratos nos mercados da Nova Zelândia) e o Deutz (método tradicional) que desde 1988 seu espumante premium tem sido uma parceria com a Champagne Deutz da França.
A região de Marlborough, no norte da Ilha Sul, desfruta sem dúvida do clima apropriado para produzir vinhos espumantes de qualidade; é somente questão de tempo para que seus vinhos estejam entre o melhores do mundo.
Outros nomes que é preciso observar são Pelorus (produzido pela famosa Cloudy Bay), Miru Miru e Cellier le Brun.


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