terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Chenin Blanc



A Chenin Blanc é um extraordinário tipo de uva, já que com ela podem ser elaborados vinhos espumantes e não espumantes, doces e secos, vinhos fortificados e licores.
A podridão nobre, que pode afetá-la, concentra o açúcar nas uvas e as deixa no ponto para elaborar delicados e elegantes vinhos de sobremesa.
Os melhores podem durar décadas e vão adquirindo matizes dourados e sabor de mel à medida que vão envelhecendo. A acidez natural da Chenin Blanc a transforma numa uva apta para produzir vinhos espumante e é um componente importante da mistura com a qual se faz o mais antigo vinho espumante, o Blanquette de Limoux do Midi francês.
Aromas principais: abacaxi, pêssego, limão siciliano, maça golden, pera, mel e camomila.
Em vinhos botritizados notas de bala de gengibre.
Caráter: acidez elevada originando um vinho com bastante frescor.
Regiões chave: Esta uva provém originalmente do Vale do Loire, França, onde é conhecida como Pineau de la Loire, produzindo vinhos como os Savennières secos de Anjou e os deliciosos e doce Vouvray de Touraine também o espumante de Saumur.
Na África do Sul, onde é conhecida como Steen é o tipo de uva mais popular desse país onde se obtém um vinho leve, seco e refrescante.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Entendendo os descritivos do vinho



No mundo dos vinhos existem expressões que são usadas para avaliá-lo.
Os descritivos do vinho são termos utilizados para descrever o equilíbrio, a acidez, o tanino , os aromas.
Atualmente, os críticos tendem a descrever os vinhos de uma maneira mais direta e simples, com termos que qualquer pessoa possa entender, porém sempre há alguns termos, que apesar de serem de praxe entre os críticos e enófilos, nem sempre todo mundo compreende.
Vamos facilitar isso, no decorrer das semanas iremos "traduzir" algumas expressões:

Ácido: A acidez é uma sensação detectada nas laterais da língua.Os ácidos são componentes naturais do vinho; responsáveis pelas características saborosas ou refrescantes de alguns vinhos, a acidez também ajuda o vinho a envelhecer Os vinhos com quantidade adequada de ácido em relação ao teor de álcool são vibrantes e vivos. Vinhos com pouco ácido em relação ao teor alcoólico são exatamente oposto: chatos e sem graça. Vinhos com excesso de ácido têm sabor acre e cortante,

Alcoólico: Diz-se de um vinho em que se sente muito o álcool.

Adstringente: Termo que descrever um vinho com retrogosto que contém quantidade considerável de tanino (sensação de secura provocada por certos vinhos). Muitas vezes emprega-se negativamente, para descrever vinhos tintos com grande quantidade de tanino verde ou imaturo. O excesso de adstringência é desagradável e faz a boca enrugar.

Amadeirado: Vinho no qual o sabor de madeira e baunilha domina demais.
Esses aroma e sabores são adquiridos durante a fermentação ou amadurecimento em barris de carvalho. Quanto mais novo o barril de carvalho, maior a probabilidade de o vinho ter um pronunciado caráter de carvalho.Quanto mais tempo o vinho ficar no barril, maior a influência do carvalho. Um vinho cujo o sabor de carvalho domina todos os outros sabores naturais de fruta é considerado como possuindo excesso de carvalho, e portanto defeituoso.

Amargo: Sabor áspero do vinho, muitas vezes derivado de engaços e sementes esmagados junto com as uvas, por inadvertência ou descuido.
O amargor também pode ser causado por uvas ou taninos imaturos.
Em certos vinhos tintos, fortes e tostados, um ligeiro amargor é considerado um matiz positivo, como num bom café expresso.
Mas costumeiramente se refere a um vinho com excesso de taninos agressivos e que deixam retrogosto desagradável.

Aromático: Descrição positiva para indicar que um vinho tem aromas pronunciados frutados e perfumados que aparecem logo na taça.

Áspero: Termo usado para descrever um vinho tinto de textura grosseira (em geral jovem), com bastante tanino. Às vezes o amadurecimento e o envelhecimento podem amaciar um vinho áspero.

Austero: Diz-se de um vinho com aromas e sabores menos frutados, mais sério, geralmente com taninos mais marcantes e alta acidez. Muitas vezes, os grandes vinhos têm essas características quando jovens.

Avinagrado: Termo que descreve um vinho com aroma acre de vinagre, em geral produzido pelo ácido acético. É considerado um defeito grave no vinho.



sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

VEGA-SICÍLIA O VINHO DE NEYMAR E MESSI


Foto de Neymar Junior (jogador do Barcelona) acompanhado da namorada e de sua irmã, ambos degustando um vinho, onde a garrafa em evidência na foto virou nesta terça-feira comentário nas redes sociais.
O vinho em questão era o espanhol Vega-Sicilia Único, com um preço médio de R$10.000,00.
Produzido numa parte remota e rochosa do Duero, o Vega-Sicília é o vinho mais lendário e um dos mais caros da Espanha.
A propriedade foi fundada em 1864 por Dom Eloy Lecanda, um produtor de vinhos que estudou em Bordeaux e retornou a Castela trazendo consigo mudas de Cabernet Sauvignon, Merlot e Malbec. Essas uvas foram combinadas com a Tinto Fino (Trempanillo) para se transformarem nos primeiros vinhos Vega-Sicília, corte que continua sendo feito até hoje.
Atualmente, cerca de 25% dos 250 acres de vinhedos, da Vega-Sicília são plantados com Cabernet. No entanto a maior parte da propriedade é plantada com a variedade de uva tradicional da região, a Tinto Fino. As parreiras de Cabernet Sauvignon e de Tinto Fino predominam, algumas com mais de um século. Cuidadosamente cultivadas, essas velhas parreiras rendem pouco mais de uma tonelada de uva por acre.
A Vega-Sicília produz três vinhos:
O Valbuena 5 (tem esse nome porque é vendido depois de cinco anos de amadurecimento)
O Único que de acordo com o produtor é amadurecido em barril e envelhecido em garrafa "pelo tempo que for necessário", ou seja, até o produtor achar que o vinho está perfeitamente pronto para ser bebido, o que raramente ocorre com menos de dez anos, e não segue qualquer calendário de comercialização sendo que a adega liberou ao mesmo tempo em 1991, o vinho Unico das safras de 1982 e 1968, ou seja, após nove e vinte e três anos de envelhecimento, respectivamente. Essa prática torna o Unico um dos tintos que envelhecem por mais tempo antes de ser liberado.
Além disso, as safras mais fracas, que acontecem duas ou três vezes numa década, não se produz vinho Unico, as uvas são vendidas.
 Feito exclusivamente para determinados clientes, o Reserva Especial é um corte de três a cinco safras, amadurecidas separadamente durante até trinta anos! Pouco mais de 500 caixas são produzidas anualmente para o mundo inteiro.
O Alion esse vinho é totalmente diferente do Unico. De estilo moderno amadurece por um período bem mais curto e quase exclusivamente em carvalho novo.
Os vinhos Vega-Sicília seriam excepcionais na maioria dos contextos, porém, em relação ao panorama do que acontece (ou não) há décadas em Ribeira del Duero, eles são do outro mundo.


A título de curiosidade o nome Vega-Sicília nasceu há vários séculos, embora a sua origem exata permaneça um mistério. Vega é a palavra que representa a parte verde da margem de um rio. Sicília deriva de Santa Cecília, e não é uma referência à ilha italiana da Sicília, como comumente se considera.
Não se sabe precisamente porque estas duas palavras passaram a compor o nome do vinho.



Fonte: Bíblia do Vinho - Ediouro

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Vinhos no Brasil - Parte 10




Vinícola Peterlongo
Localizada na Serra Gaúcha - Garibaldi (RS)
Produção Não possui vinhedos próprios, vinificação própria
Produz: Uma das mais antigas vinícolas brasileira (fundada 1915), foi a primeira empresa do País a fazer espumantes pelo método tradicional.
Destaques: Espumante Pertelongo Presence Moscatel
Espumante Peterlongo Privillege Brut Rosé Charmat


Vinícola Piagentini
Localizada na Serra Gaúcha - Caxias do Sul (RS)
Produção: Não possui vinhedos próprios, vinificação própria.
Produz: A Companhia Piagentini iniciou sua história no mundo do vinho em 1930, com o engarrafamento de vinhos à granel comprados na Europa, Chile e Brasil. A partir da década de 1980 inicia a produção de vinhos e espumantes finos com a aquisição de uma vinícola em Caxias do Sul.
Destaque: Cordon d'Or Premium Cabernet Franc Tannat 2009
Cordon d'Or Premium Tannat 2009
Espumante Cordon d'Or Brut


Vinícola Pirineus
Localizada em Pirineus - Cadeia Montanhosa entre Pirenópolis, Corumbá de Goiás e Cocalzinho (GO)
Produção: Vinhedos e vinificação própria.
Produz: O plantio das primeiras mudas foi realizado em 2005. Em 2008, foram elaboradas as primeiras garrafas experimentais. Em 2010, os vinhos vieram a mercado.
Destaque: Bandeiras Barbera 2010
Intrépido Syrah 2010


Vinícola Pizzato
Localizada no ale dos Vinhedos - Bento Gonçalves (RS)
Produção: Vinhedos e vinificação própria.
Produz: Vinhos e Espumantes
Vinícola familiar que nasceu das mãos de Plínio Pizzato. Com a cantina reformada e modernizada e os vinhedos impecáveis, trabalha sério nos mercados interno e externo.
Destaque: Pizzato DNA 99 Merlot 2008
Pizzato Alicante Bouschet Reserva 2005
Pizzato Concentus Gran Reserva 2007
Fausto de Pizzato Verve Gran Reserva 2009
Pizzato Merlot Reserva 2009
Espumante Fausto de Pizzato Brut
Espumante Pizzato Brut
Pizzato Chardonnay 2012
Pizzato Legno Chardonnay 2012



Vinícola Quinta da Figueira
Localizada em Florianópolis (SC)
Produção: Não possui vinhedos próprios, vinificação própria.
Produz: Vinhos finos
Pequena vinícola de garagem que utiliza uvas de São Joaquim para produzir seus rótulos.
Destaque: Quinta da Figueira Miramar 2011
Quinta da Figueira Ponte Velha 2010



Leia também : Vinhos no Brasil - Parte 9

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Moscatel vinho fortificado de Portugal



Abriu aqui perto de casa uma filial da Manteigaria Lisboa, loja especializada em Pastéis de Natas, típico doce português.
Ainda não conhecia o serviço da casa e me surpreendi ao constatar que temos a possibilidade de harmonizar o Pastel de Nata com os famosos vinhos fortificados de Portugal.
O menu disponibiliza 1 Porto e 2 Moscatéis, servidos a sua escolha, devidamente resfriados e ao som de um belíssimo Fado ao fundo.
Como enófila apaixonada que sou, ver a cultura dos vinhos fortificados de Portugal que é tão antiga, sendo difundida é no mínimo gratificante.
Eu e o Marcelo harmonizamos nossos pastéis de Natas crocantes e quentinhos com dois Moscatéis, um de Setúbal e o outro de Favaios.
Em Portugal há duas regiões famosas pelos seus Moscatéis fortificados, a Península de Setúbal e o Douro, das quais falaremos hoje, mas você também pode encontrar Moscatél fortificado em Lisboa.
Lembrando que, Vinhos Fortificados são aqueles cuja a fermentação alcoólica é interrompida pela adição de aguardente vínica adicionada quando o vinho atinge o nível desejado de açúcar; deixando assim parte do açúcar e aumentando seu teor alcoólico.
Península de Setúbal
Na D.O Setúbal (inclui Moscatél de Setúbal e Moscatél Roxo).
Denomina-se Setúbal os vinhos produzidos com pelo menos 67% da variedade de uva branca Moscatél de Alexandria, enquanto aqueles produzidos com pelo menos 85% dela, estão autorizados a denominarem-se Moscatél de Setúbal.
Existe também o Moscatél Roxo produzido com a variedade de uva tinta Moscatél Roxo, com uma produção relativamente limitada, que são raros, mais doces e mais aromáticos.
Os Moscatéis da Península de Setúbal são vinhos doces e fortificados, com teor alcoólico entre 16º a 22º que têm um peculiar processo de produção.
Na fase inicial a fermentação dos Moscatéis é uma fermentação pelicular ou seja, as uvas são fermentadas com as suas peles (cascas) e, em seguida adiciona-se aguardente vínica que interrompe a fermentação. As cascas saborosas e perfumadas, são deixadas macerando no vinho durante um período variável, podendo atingir os seis meses, enriquecendo o vinho com cor, aroma, sabor e estrutura. Depois o vinho é drenado para ser envelhecido durante um período mínimo de 18 meses em carvalho.
A maioria dos vinhos é vendida logo após esse período mínimo, mas existem os especiais, como o Moscatél de Setúbal envelhecido por anos em barrica, que são os Superiores e os com idade.
Superiores: Devem ser submetidos à uma prova técnica e precisam ter pelo menos 5 anos de idade.
Com Idade:10, 20, 30 ou 40 anos, que adquirem grande complexidade, com a indicação de idade permitida no rótulo desde que o vinho mais novo do lote tenha a idade declarada no rótulo.
Outro vinho interessante é o Moscatél roxo com uma maravilhosa complexidade aromática.
Na degustação
Moscatél de Setúbal
Aromas que lembram cascas e flores principalmente de laranja, mel , tâmaras e uvas passas.
Moscatél Roxo
Aromas remetem à ginja e a figo em calda
Superiores e com idade
Vinhos de grande personalidade, com a idade vêm as notas de frutos secos (nozes e avelãs), as passas, as especiarias e as compotas de ginja e figo, notas de café e chocolate.
Se quiser degustar , as duas grandes referências em Moscatél de Setúbal são a Bacalhôa Vinhos e José Maria da Fonseca.

Douro
As zonas do Douro mais importantes para a produção de Moscatél são Favaios e Alijó, cidades com níveis elevados de altitude (630 m).
 Embora toda região do Douro possa produzir vinho com a designação Moscatél do Douro, a maioria dos Moscatéis vêm de Favaios.
Por legislação os Moscatéis do Douro têm que ter no mínimo 85% da variedade de uva branca Moscatél Galego e uma graduação alcoólica final de no mínimo 16,5 º. Não tem obrigação de estágio mínimo para vinhos sem data de colheita sendo esta de apenas 6 meses para vinhos que têm indicação de idade.
Na degustação
Possuem aromas florais, cítricos e de uvas, sabor bastante doce e aveludado de mel com uma linda cor dourada.
Se quiser degustar a referência é a Adega de Favaios (seu maior produtor), que tem Moscatéis de estágio mais prolongado.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Sangiovese



A variedade Sangiovese é considerada uma das duas principais uvas tintas da Itália, em suas muitas formas é especialmente comum na região central do país. Apesar de sua grande reputação, é preciso dizer que a qualidade dos vinhos produzidos com ela pode variar consideravelmente. No entanto aparece gloriosamente, no Chianti Clássico, no Moltalcino (como Brunello) e em Moltepulciano (como Prugnolo Gentile). Os clones menos nobres e plantados em excesso são usados para a produção de vinhos tintos leves e ácidos. Deixando de lado suas possíveis deficiências, com a Sangiovese são produzidos, sem nenhuma discussão, os melhores vinhos tintos da Toscana.
Aromas principais: Grama, cerejas pretas, groselha, framboesa, tomate assado
Caráter: Proporciona ao vinho uma cor moderada, corpo mediano, muitos taninos, elevada acidez. Desenvolve uma auréola de cor laranja ao envelhecer.
Regiões chave: Toscana, ali se produz o Chianti, no qual a Sangiovese proporciona até 90% do corte.
O Chianti Clássico é o Chianti de melhor qualidade, um vinho que tem sabor de ervas aromáticas e cerejas.
A Sangiovese fornece também 80% do corte do Vino Nobile di Montepulciano. Com sua denominação alternativa de Brunello, é preparado o que é de fato um vinho monovarietal, o Brunello di Montalcino, um robusto vinho tinto muito adstringente.
A Sangiovese também é um componente importante junto com a Cabernet Sauvignon e a Merlot nos vinhos conhecidos como "Super Toscanos".

sábado, 21 de janeiro de 2017

VINHO BRANCAIA TRE IGT- HARMONIZADO COM POLENTA CREMOSA E RAGU DE LINGUÍÇA



Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando Polenta cremosa com ragu de linguiça. Vou harmonizar com um tinto toscano de Maremma, um blend com 80% Sangiovese, 10% Cabernet Sauvignon e 10% Merlot.
Vinho Brancaia TRE IGT Toscana - Itália.
Com estágio de 12 meses em carvalho francês, tem aromas de frutas vermelhas como cereja e framboesa, tabaco, pimenta e notas minerais, taninos elegantes, médio corpo e uma ótima acidez que faz o vinho ser bem gastronômico (peça por comida).
Vinho equilibrado, que ficou de igual para igual com o prato, ou seja, nenhum se sobrepôs ao outro.
Também pudera, essa polenta que o Marcelo preparou está de comer ajoelhada! O ragu de linguiça e tomates frescos ficou divino e o vinho só agregou mais sabor.


No preparo do ragu o Marcelo usou um macete que é sempre bom usar quando se prepara receitas que contenham vinho na elaboração. Use um vinho de boa qualidade, se não quiser "dispensar" uma xícara do vinho que vai acompanhar o jantar, use um vinho bem feito, que não esteja avinagrado há meses na geladeira. Existe uma máxima que diz: Nunca cozinhe com um vinho que você não beberia.
Que tal fazer essa polenta com esse ragu maravilhoso para o jantar? Você já sabe!
Colaboro com a receita...
Antes da receita propriamente dita, vou passar uma dica para retirar a pele dos tomates facilmente.
Ferva uma panela com água abundante.
Tire o "olhinho verde" do tomate. 
Na extremidade lisa, faça um corte superficial em cruz.
Mergulhe os tomates na água fervendo, em cerca de 1 minuto a pele começa a soltar, retire o tomate e mergulhe na água com gelo.
Pronto! Agora é só puxar com a mão.

Para o ragu de linguiça
500 gramas de linguiça toscana
2 colheres (sopa) de azeite
1 colher (sopa) de açúcar refinado
1 cebola picada em cubos pequenos
8 tomates frescos sem pele
1 xícara (chá) de vinho tinto seco (de boa qualidade)
1/2 colhere (sopa) de sementes de erva doce
Para a Polenta
1 litro de caldo de carne ou frango ( se não tiver caseiro, faça com 2 tabletes de caldo knorr dissolvidos em 1 litro de água quente)
50 gramas de manteiga sem sal
250 gramas de polenta amarela (uso Kipolenta  Yoki)
Sal e pimenta branca a gosto
80 gramas de queijo parmesão ralado na hora
Modo de preparo
Ragu
Retire a película da linguiça e desmanche-a com as mãos em pedaços pequenos.
Aqueça uma panela, adicione azeite e refogue a cebola até ficar transparente.
Adicione o açúcar e deixe derreter. Quando o açúcar estiver derretido junte a linguiça e deixe fritar, até que fique dourada.
Amasse os tomates já sem pele com as costas de uma colher para deixar em pedaços menores e adicione ao refogado de linguiça.
Acrescente o vinho tinto e a erva doce. Deixe cozinhar por 30 minutos em fogo médio, mexendo de vez em quando (ou até obter um molho espesso). Acerte o sal e a pimenta.
Polenta
Leve o caldo para ferver.
Quando ferver adicione a manteiga e vá colocando a polenta aos poucos e pouca quantidade por vez, mexendo sempre para não empelotar.
Cozinhe a polenta, mexendo sem parar de 30 a 40 minutos. Tempere com sal e pimenta.
Por último coloque o queijo ralado.