sábado, 18 de janeiro de 2020

Confit tomates cereja harmonizado com L.A Jovem Rosé


Beber, Comer, Amar...
Na estação mais quente do ano vamos apresentar receitas práticas, leves e saborosas harmonizadas com muito espumantes, brancos e roses!
Má na cozinha preparando Confit de tomates cereja em azeite e ervas aromáticas.
Receita de aroma inebriante que tem a cara do verão!
Os tomates confit são ideais para serem consumidos assim como estão em cima de pães e torradas ou combinados com um bom queijo fresco de vaca ou cabra. Você pode usá-los em saladas, massas etc.
Eles também farão maravilhas em um filé de peixe ou em seus papellotes. Além disso, são muito simples de fazer, e você pode variar os temperos e as ervas em que os confita de acordo com seu gosto.
Paras saber mais sobre ervas aromáticas entre: Ervas aromáticas e vinho - Especial Férias
Hoje, o Marcelo optou por alho, orégano fresco e alecrim fresco.
Servimos o nosso Confit de tomates cereja com um pão italiano feito em casa de casca crocante e miolo macio.
Na hora de harmonizar, o tomate confit  que é muito aromático no paladar pede um Vinho Rosé, fresco e com nariz evocativo.
Escolhi o Rosé brasileiro da linha Jovem L.A


Luiz Argenta Rosé Jovem
Com uma delicada cor rosada, no nariz aromas frutados (frutas vermelhas) e de flores secas.
Em boca apresenta acidez equilibrada.
A Linha L.A  tem uma proposta jovial, com vinhos bem feitos e garrafas com design de muito bom gosto.
Que tal preparar este maravilho confit para seu final de semana?
Eu como sempre, contribuo com a receita:
Tomates cereja confit
Ingredientes:
500 gramas de tomate do tipo cereja ou uva
1 colher (sopa) se açúcar
1/2 colher (sopa) de sal
Orégano fresco q.b ou 1/2 colher (sopa) orégano seco
Pimenta-do-reino a gosto
4 dentes de alho laminados
Azeite de oliva o suficiente para cobrir os tomates
Alguns ramos de alecrim fresco;
Preparo:
1. Lave e seque os tomates
2. Disponha-os em uma assadeira
3. Acrescente o restante dos ingredientes (menos o azeite)
4. Misture bem até os tomates ficarem totalmente impregnados com o tempero
5. Acrescente o azeite até cobrir  os tomates
6. Leve ao forno e asse em temperatura baixa (90 graus) por volta de 1 hora ou até ficarem ao seu gosto




Dicas BCA
Seu tomate confit acabou e sobrou azeite no pote?
Este azeite saborizado será um delicioso coringa em sua cozinha, aproveite-o em seus mais diversos pratos.

Você sabia...
Existem algumas formas de produzir o Vinho Rosé.
A mais usada é a prensagem direta, que consiste em prensar levemente as uvas e retirar as cascas, antes do suco (ou mosto) ficar tinto. Dai a cor rosada.
Outra forma é aproveitar o processo de sangria, que é usado quando se tem como objetivo obter um vinho tinto mais concentrado. Nesse método, tira-se parte do suco, sem que as uvas tenham sido prensadas e deixa-se uma quantidade menor fermentando. Esta parte que seria dispensada é transformada em Vinho Rosé.
A terceira forma é conhecida como blending, que se dá com a mistura de vinho branco e vinho tinto até atingir a coloração desejada.

sábado, 11 de janeiro de 2020

Ahi Poke e Monte Azzurro Extra Brut Gheller


Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando Ahi Poke.
Poke significa "cortar" na língua havaiana, é um prato feito com atum cortados em cubos, marinado em molho de soja e óleo de gergelim, misturado com cebola. O que o Marcelo preparou hoje, com uma base de arroz de sushi, e macadâmias picadas é uma invenção relativamente moderna.
Acredita-se que o Poke foi preparado pela primeira vez pelos polinésios nativos, inicialmente era feito com peixes de recife crus, temperados com sal marinho e algas marinhas, e combinados com candlenut esmagado.
No Havaí, ainda se consome Poke temperados em inamona e limu, mas é o Ahi Poke o mais popular, nas ilhas.
O Poke Ahi nos conta uma versão abreviada da história moderna do Havaí. Contato pós-ocidental, pimenta e cebola entram no prato. Após o surgimento de frotas de pesca à linha (palangre) no Pacífico, os peixes de recifes deram lugar ao Ahi (atum) de profundidade. Japoneses, chineses e coreanos que foram trabalhar nas plantações de açúcar e abacaxi, influenciaram o Poke com suas próprias tradições de peixe cru, e substituíram o sal e a inamora por shoyu e óleo de gergelim.
Mas foi nos anos 1970 que o Poke se tornou popular.
Hoje, com a popularização do prato, parece que qualquer coisa cortada em cubos é bem-vinda, mas com limites, pelo menos localmente, você jamais vai encontrar em uma tigela de Poke: quinoa, frango, milho, couve, macarrão de abobrinha, broto de bambu, cubos de laranja ou amêndoas.
Já no ocidente, o céu é o limite! Lugares como Los Angeles, Nova York e outros adicionaram novos ingredientes e o Poke ganhou vida própria, com infinitas variedades de sabores. Transformando o prato em algo completamente diferente, algo que os havaianos dizem não representar sua herança culinária.
Aqui no Brasil você encontra nas praças de alimentação dos shoppings "restaurantes havaianos" especializados em Poke que oferecem diversas e infinitas guarnições.
Confesso, ficamos tentados e ao invés de uma tigela, fizemos duas tigelas de Poke. O Poke mais tradicional (Ahi Poke) e o acidentalizado, ou melhor, o "tropicalizado" pois adicionamos nossas frutas tropicais a ele, além de salmão, pepino e alga.
Na hora de harmonizar, para o  Ahi Poke (atum e arroz de sushi ) optamos por um Espumante Extra Brut brasileiro da vinícola Gheller.


Espumante Monte Azzurro Extra Brut - Safra 2011 - Vinícola Gheller - Guaporé - RS
Variedade de uvas: 70% Chardonnay e 30% Pinot Noir elaborado pelo Método Tradicional (segunda fermentação na garrafa), com 48 meses Sur lie (sobre as borras).
De cor amarelo ouro, com perlage fina e abundante.
No nariz  reminiscencia de pão torrado, notas amanteigadas, florais e frutadas (fruta cítrica)
Em boca é elegante, cremoso, fresco com um final mineral e notas de torrefação.
As notas de torrefação do Monte Azzurro Extra Brut aprimoraram os sabores terrosos do atum marinado, e as bolhas se misturaram com as texturas e sensações salgadas do prato.
Já a outra tigela de estilo Poke, que carinhosamente apelidamos de "Poke tropical" sugerimos a harmonização com um Espumante Demi-sec, pois as frutas que colocamos, deu ao prato um agridoce maravilhoso.


Que tal preparar o Ahi  Poke para seu final de semana? 
Eu como sempre, contribuo com a receita:
Ahi Poke
Para o arroz de sushi
Ingredientes:
3 1/3 de xícara de arroz japonês
4 xícaras de água
5 colheres de sopa de su (vinagre de arroz)
5 colheres de sopa de açúcar
4 colheres de chá de sal marinho
Preparo:
Cozinhe o arroz de acordo com as instruções do pacote.
Coloque o arroz quente cozido em uma vasilha grande de vidro.
Misture o vinagre com o açúcar e o sal e despeje a mistura sobre o arroz.
Deixe esfriar com a ajuda de um ventilador enquanto vira o arroz suavemente, de modo que todos os grãos fiquem cobertos com a mistura. O arroz está pronto quando estiver quase em temperatura ambiente.
Marinada do ahi (atum)
Atum fresco (gelado) cortado em cubos 2,5 cm
1/2 xícara de shoyu
2 colheres (sopa) de óleo de gergelim
1 pitada de sal marinho havaiano
1/4 xícara de cebola amarela ou cebola doce cortada em fatias finas
Sementes de gergelim
Macadâmias torradas e picadas
Preparo:
Misture todos os ingredientes
Montagem do tigela
Faça um cama com o arroz de sushi, por cima coloque o atum marinado e salpique as macadâmias torradas e trituradas.

Dicas do BCA
Mesmo morando em São Paulo, temos dificuldade para encontrar exemplares de boa qualidade de vinícolas brasileiras para venda.
A opção é através da internet, porém, requer muita pesquisa e conhecimento.
Ma quem acompanha o BCA não precisa se preocupar com isso.
Um exemplo é este ótimo espumante da Vinícola Gheller https://vinicolagheller.lojaintegrada.com.br/
Um exemplar de qualidade excepcional  que vale a pena degustar.

Você sabia...
Há três modos principais de proporcionar corpo a um vinho Espumante.
O primeiro é a seleção das uvas.
O segundo é o envelhecimento depois da segunda fermentação, a maturação sobre sedimentos (Sur lie). Quanto mais tempo permanece o sedimento ( os resíduos das leveduras depois da fermentação) num vinho, mais caráter este adquire.
A terceira maneira de conseguir um vinho Espumante com corpo é através de envelhecimento em tonéis de carvalho.