sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Vinhos no Brasil - Parte 4
Vinícola Cordilheira de Santana
Localizada na Campanha Gaúcha - Santana do Livramento (RS)
Produção: Vinhedos e vinificação própria
Poduz: Cordilheira de Santana Cabernet Sauvignon, Cordilheira de Santana Tannat, Cordilheira de Santana Merlot, Cordilheira de Santana Chardonnay, Cordilheira de Santana Gewurztraminer e Cordilheira de Santana reserva dos Pampas.
Destaque: Cordilheira de Santana Cabernet Sauvignon Reserva Especial (vinho com tipicidade e longevidade ímpar)
Cordilheira de Santana Chardonnay (com passagem em carvalho)
Cordilheira de Santana Tannat.
Vinícola Courmayeur
Localizada na Serra Gaúcha - Garibaldi (RS)
Produção: Vinhedos e vinificação própria.
Produz: Espumantes , Vinho Tinto Suave Cabernet Sauvignon, Vinho Tinto Cabernet Sauvignon, Vinho Tinto Merlot, Vinho Tinto Demi Sec, Vinho Branco Chardonnay, Frisante Tinto Lambrusco,Frisante Branco Weindorf,
Destaque: Courmayeur Brut (método Charmat)
Vinícola Dal Pizzol
Localizada na Serra Gaúcha- Faria Lemos - Bento Gonçalves (RS)
Produção: A vinícola faz parte da Rota Turística das Cantinas Históricas de Faria Lemos. Seu parque temático, aberto desde 2004, conta com o Vinhedo do Mundo, um projeto lançado em 2005, com 164 variedades de uvas de 22 países em 0,7 hectares. Vinificação própria.
Produz: Espumantes, Assemblage 40 anos, Enoteca, Ancellotta, Cabernet Sauvignon, Merlot, Gamay Beaujolais, Pinot Noir, Tannat, Touriga Nacional, Chardonnay, sauvignon Blanc, Vinhos do Lugar cabernet Franc, Vinhos do Lugar Merlot- Cabernet.
Destaque: Dal Pizzol Brut Traditionelle (método tradicional).
Vinícola Décima
Localizada na Serra Gaúcha - Caxias do Sul (RS)
Produção: contrata em regime de exclusividade pequenos produtores de uvas em diversas regiões, em vez de adquirir vinhedos próprios. vinificação própria.
Produz: Espumantes e Vinhos Finos com a linha Gran Reserva, Premium e Luxo
Destaque: X Decima Brut Rosé (Método tradicional feito com Pinot Noir)
X Decima Gran Reserva (corte de Cabernet Sauvignon, Tannat, Merlot, Pinotage e Cabernet Franc).
X Decima Gemina Gran Reserva Tannat.
Vinícola Dezem
Localizada em Toledo (PR)
Produção: Vinhedos e vinificação própria.
Produz: Espumantes, Atmo Cabernet sauvignon, Atmo Chardonnay Cuvée, Atmo Merlot, Extrus Cabernet Franc, Extrus Sauvignon Blanc, Exus Tempranillo, Magne assemblage, Magne Malvasia, Magne Rosé
Destaque: Dezem Atmo Chardonnay Cuvée (blend de três safras)
Vinícola Dom Cândido
Localizada no Vale dos Vinhedos - Bento Gonçalves (RS)
Vinhedos e vinificação própria. É uma das vinícolas do Vale dos Vinhedos de propriedade dos descendentes da família Valduga.
Produz: Espumantes, Assemblage Cabernet Sauvignon/Merlot, Assemblage Merlot/Cabernet Sauvignon, Autêntico Dom Cândido Cabernet Sauvignon, Autêntico Dom Cândido Merlot, Autêntico Dom Cândido Petit Verdot, Reserva Dom Cândido Cabernet Sauvignon, Reserva Dom Cândido Chardonnay, Reserva Dom Cândido Merlot, Reserva Dom Cândido Tannat, Vinhateiros do Vale Merlot, Vinho Quarta Geração Marselan, Vinho 80 anos ediçaõ especial,, Vinho Estrelato tinto suave, Vinho Gran Reserva Cabernt Sauvignon, , Vinho Licoroso, Vinho Merlot Documento D.O.
Destaque: Dom Cândido Documento Merlot (um Merlot da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos)
Dom Cãndido Reserva Cabernet Sauvignon
Don Cândido Brut
Leia também: Vinhos do Brasil - Parte 3
Vinhos do Brasil - Parte 2
Vinhos do Brasil
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Portugal (Regiões e castas dos vinhos tintos e brancos)
Em Portugal se produz vinho praticamente no país inteiro, a diversidade das castas é enorme mais de 230 variedades e, a grande maioria delas é nativa de lá (autóctones).
Mais do que qualquer outro país europeu, Portugal manteve suas tradições, em alguns locais o vinho continua a ser produzido de forma tradicional, as uvas ainda são amassadas com os pés em antigos lagares.
O país possui 55 regiões vinícolas que até meados dos anos 80 eram na sua maior parte controladas por cooperativas, que produziam vinhos com pouca qualidade, a situação mudou radicalmente quando Portugal aderiu à União Europeia, hoje é crescente o número de propriedades independentes que produzem ótimos vinhos e conquistam posições merecidas por sua qualidade.
As principais regiões produtoras são:
Minho: Na extremidade noroeste, pouco abaixo da fronteira espanhola, onde se produz o mais popular vinho branco de Portugal o Vinho Verde, que pode ser feito com qualquer uma das 25 castas permitidas, ou de uma combinação dessas.
No entanto, os melhores se originam da Alvarinho, Trajadura e Loureiro.
O Vinho Verde tinto em geral é uma mistura de diversas variedades como, por exemplo, Azal e Vinhão.
Douro: Fica no nordeste de Portugal é considerada patrimônio Unesco.
Embora o Douro seja famoso pelo vinho do Porto, seus vinhedos produzem ótimos vinhos tintos e brancos, muitos especialistas em vinhos portugueses consideram o Douro a melhor região de vinhos tintos secos em Portugal.
São quase 40 uvas ali permitidas, as principais são: Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta barroca, Tinta Cão e Tinta Roriz.
Os tintos do Douro variam de leves e frutados até os macios e condimentados.
Os brancos elaborados principalmente com uvas Gouveiro, Malvasia Fina e Viosinho são leves e aromáticos mas nada muito esplêndido.
Bairrada: É um distrito rural no qual se encontra a estrada que liga Lisboa à cidade do Porto, tem seu nome derivado de "barro" palavra portuguesa que significa argila, que constitui a maior parte do solo da região.
A uva principal é a Baga, nativa da região, frutada e ácida, que por lei deve constituir 50% da mistura de qualquer vinho tinto ali produzido.
Cerca de 60% dos espumantes de Portugal são feitos nessa região.
Dão: Fica a 48 quilômetros ao sul do rio Douro, lá o vinho tinto é predominante, constitui 80% dos vinhos.
Uma grande variedade de uvas é cultivada, mais de 50 castas que produzem vinhos tintos frutados e também brancos adequados para maturação.
Os cortes são a base principal da produção do Dão.
A Touriga Nacional na metade do século XX, ganhou novo vigor. Assim, de coadjuvante em muitos vinhos, ela aparece também em varietais modernos e saborosos e tem sido promissora para um longo envelhecimento. A Jaen, para consumo ainda jovem, frutado; e a Tinta Roriz oferece intensidade. A Alfrocheiro também é promissora em diversos blends harmoniosos.
A casta Encruzado produz um vinho branco muito encorpado que já se firmou como um dos vinhos varietais de uva branca mais finos de Portugal.
Lisboa e península de Setúbal: A região vinícola de Lisboa foi até recentemente conhecida como Estremadura, os vinhos feito aqui, em grande parte, pertencem a cooperativas, com grande variedade de estilo e qualidade, mas sua temporada longa de cultivo na costa do Atlãntico, a escolha de solos e o novo interesse em uvas melhores (principalmente Syrah e Touriga Nacional) estão dando chance a novas propriedades.
A região do Tejo abrange a maior parte do curso do mais famoso rio de Portugal, que flui para baixo do centro de Portugal até chegar a Lisboa. Mas, longe do rio, a região do Tejo fica mais alta, montanhosa e seca e nos últimos anos, novas plantações foram concentradas em áreas mais altas, enfatizando qualidade em detrimento da quantidade.
A Península de Setúbal encontra-se em todo o estuário do rio Tejo ao sul de Lisboa.
Na DOC Palmela, o vinho tem de conter 67% da uva Castelão, bem ajustada aos seus solos arenosos mas produtores pioneiros da nova onda de varietais de Portugal estão dando espaço para as uvas tintas Syrah, Aragonês e Douro.
O vinho tradicional da região é o Moscatel de Setúbal, um Muscat rico, que é levemente fortificado.
Alentejo: A maior região vinícola de Portugal, os vinhedos se encontram em quatro principais sub-regiões: Borba, Redond, Reguengos e Vidigueira.
Os melhores vinhos são os tintos e há dezenas de variedades ali permitidas; a Aragonês (Tempranillo) é a especialidade local seguida da Periquita, Trincadeira preta e Alicante Bouschet.
Os brancos são refrescantes feitos com as variedades: Antão Vaz, Roupeiro, Arinto, Verdelho e Alvarinho.
Uma dica importante , ao comprar um vinho português designado com a palavra "garrafeira" no rótulo, isso vai indicar um vinho de qualidade especialmente elevada.
Em geral, os vinhos tintos designados como garrafeira precisam amadurecer em qualquer tipo de tanque ou barril pelo menos por dois anos antes de serem engarrafados, e passar pelo menos um ano na garrafa. Os vinhos brancos devem amadurecer por seis meses antes do engarrafamento e seis meses em garrafa.
Fontes: Karen MacNeil, Atlas Mundial do Vinho, Wines of Portugal
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Pinot Blanc
A Pinot Blanc é um pouco parecida coma Chardonnay, o que levou a pensar que eram aparentadas, embora não seja nem de longe tão complexa, aromática e sofisticada.
Aromas principais: aromas de maças assadas com toques de mel
Caráter: Apesar de seres leves e interessante ao paladar, nunca parece ter muito a dizer, sua grande acidez a torna ideal para vinhos espumantes, e é a base da maioria dos espumantes da Alsácia, como o Crémant d 'Alsace.
Regiões chave: A Pinot Blanc é encontrada em qualquer região vinícola do mundo, mas onde é mais conhecida é na Alsácia, além dos Crémant, lá também são obtidos da Pinot Blanc vinhos brancos secos bebíveis, mas sem muito interesse e que são os mais leves da região. Também se encontra um pouco desta uva na Borgonha, onde é usada para ser misturada com a Chardonnay e produzir o vinho branco mais básico da região, o Bourgogne Blanc. É cultivada por toda a Itália, onde é conhecida como Pinot Bianco, mas especialmente no Veneto, no Alto Adige e na Lombardia, onde se obtém dessa uva um agradável vinho espumante. A Pinot Blanc é cada vez mais comum na Alemanha, e em particular em Baden e Rheinpfalz, onde se obtêm tanto vinhos doces quanto secos. Também cresce na Austrália, onde é usada para elaborar Trockenbeerenauslese afetados por Botrítis.
sábado, 10 de dezembro de 2016
Vinho Achaval Ferrer - Mendoza - Malbec harmonizado com Cordeiro e batatas rústicas
Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando carré de cordeiro com batatas rústicas.
O corte de hoje é um carré de cordeiro, também conhecido como French Rack, é proveniente da costela do animal, seus ossos são raspados e a carne, tenra de sabor doce e amanteigado, concentra-se na parte inferior como um pequeno medalhão.
O Marcelo tempera na hora, para não endurecê-lo, e serve ao ponto pra mal, com a carne ainda rosada por dentro para aproveitar toda a suculência que ela oferece.
O cordeiro é o ovino jovem, não o animal adulto denominado carneiro quando macho e ovelha quando fêmea.
Nos anos 90 começou a ser importado do Uruguai e da Nova Zelândia, antes disso grandes restaurantes serviam o cordeiro de mais idade, de raças voltadas a produção de lâ e não para cortes.
Os europeus têm dois tipos de cordeiro, um é o animal de leite, ainda não desmamado, abatido com 8 a 10 quilos; o outro chamam apenas de cordeiro e abatem com 8 a 10 semanas pesando 14 quilos.
Aqui no Brasil há o cordeiro de leite, também chamado de mamão ou borrego mamão, abatido com 10 a 12 quilos que resultam em 5 a 6 quilos de carcaça. O outro maior, pesa vivo de 25 a 30 quilos, fornecendo de 12 a 15 quilos de carcaça.
Aproveita-se quase tudo do cordeiro. Nenhuma parte é considerada de segunda linha.
Uma das suas principais características é o aroma da gordura. E é essa particularidade que divide, por vezes, as opiniões e a sua ampla aceitação. Na verdade o cordeiro mamão tem muito pouco desse aroma, pois a proporção de gordura em relação à carcaça é baixa, sua carne é rosada, bem clara, muito macia e delicada, qualquer corte desse jovem animal é tenro.
A raça também faz diferença no prato, Ille de France, Hampshire e Landrace são consideradas as campeãs de qualidade. Mas só isso não basta, a equação ideal conjuga raça, terroir, pastagem de qualidade, sistema produtivo e idade do abate.
No caso dos rebanhos Uruguaios, cuja carne domina 70% do mercado brasileiro, são resultado do cruzamento entre as duas primeiras e a raça espanhola Merino, de apetidão originalmente laneira.
Para harmonizar escolhi um vinho argentino com uma boa estrutura. Achaval Ferrer - Malbec , com aromas de frutas negras bem maduras, floral e baunilha, tem taninos macios, é potente a ponto de aguentar o cordeiro, além de um final longo e persistente.
A Achaval Ferrer é um dos produtores que mais gosto da Argentina, faz maravilhosos Malbecs.
Vale a pena conhecer sua linha, que conta com Malbecs diferenciados e muito bem feitos.
Com poucos rótulos a vinícola já coleciona vários prêmios.
A linha dos Malbecs conta com o rótulo que degustei hoje, que é o vinho de entrada deles, Achaval Ferrer - Mendoza - Malbec; três vinhos "Grand Cru" Finca Bella Vista, Finca Mirador e Finca Altamira; Temporis Malbec (vendido somente na vinícola, que é um blend dos 3 vinhos da casa Altamira- Mirador - Bella Vista); Achaval Ferrer Malbec Dolce (vendido somente na vinícola, elaborado com uvas passificadas).
A vinícola produz também o Quimera um assemblage bordalês; monovarietais com a Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah e por fim um blend com predominância da Cabernet Franc.
Fonte:Sylvio Lazzarini
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Vinhos no Brasil - Parte 4
Vinícola Casa Valduga
Localização: A Casa Valduga expandiu suas fronteiras e, atualmente, concentra sua produção em três regiões no sul do Brasil.
Vale dos Vinhedos, Serra do Sudeste e Campanha.
Produção: Vinhedos e Vinificação própria
Produz: Espumantes (Brut, Nature, Rosé, Moscatel, Brut Rosé, Extra Brut, Prosecco).
Leopoldina (Chardonnay D.O., Merlot, Merlot Rosé, Chardonnay)
Identidade (Corte ( Arinarnoa, Marselan, Pinot Noir, Gewurztraminer)).
Raízes (Gran Raízes (corte Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Tannat), Terroir Raízes (Cabernet Sauvignon), Terroir Raízes Cabernet Franc, Terroir Raízes Sauvignon Blanc.
Villa-Lobos (Cabernet Sauvignon)
Storia (Merlot)
Luiz Valduga (Castas secretas)
Origem (Origem Chardonnay, Origem Cabernet Sauvignon. Origem Elegance Cabernet Sauvignon).
Naturelle (Tinto, Rosé, Branco)
Destaque: Espumante Brut Maria Valduga - método tradicional, Espumante 130 - método tradicional, Espumante Casa Valduga Gran Reserva Nature 60 meses - método tradicional, Vinho Casa Valduga Leopoldina Premium Merlot e Vinho Casa Valduga Raízes Gran Corte.
Vinícola Casa Venturini (Góes e Venturini)
Localização Serra Gaúcha - Flores da Cunha (RS)
Produção: Vinhedo e Vinificação própria
Produz: Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Sauvignon Blanc, Tannat, Merlot, Espumantes (Moscatel, Brut)
Destaque: Vinho Casa Venturini Cabernet Sauvignon Reserva
Vinícola Cave de Angelina
Localização: Nova Pádoa - Serra Gaúcha (RS)
Produção: Vinhedo e Vinificação própria
Produz: Espumante
Destaque: Domans Brut
Localização: A Casa Valduga expandiu suas fronteiras e, atualmente, concentra sua produção em três regiões no sul do Brasil.
Vale dos Vinhedos, Serra do Sudeste e Campanha.
Produção: Vinhedos e Vinificação própria
Produz: Espumantes (Brut, Nature, Rosé, Moscatel, Brut Rosé, Extra Brut, Prosecco).
Leopoldina (Chardonnay D.O., Merlot, Merlot Rosé, Chardonnay)
Identidade (Corte ( Arinarnoa, Marselan, Pinot Noir, Gewurztraminer)).
Raízes (Gran Raízes (corte Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Tannat), Terroir Raízes (Cabernet Sauvignon), Terroir Raízes Cabernet Franc, Terroir Raízes Sauvignon Blanc.
Villa-Lobos (Cabernet Sauvignon)
Storia (Merlot)
Luiz Valduga (Castas secretas)
Origem (Origem Chardonnay, Origem Cabernet Sauvignon. Origem Elegance Cabernet Sauvignon).
Naturelle (Tinto, Rosé, Branco)
Destaque: Espumante Brut Maria Valduga - método tradicional, Espumante 130 - método tradicional, Espumante Casa Valduga Gran Reserva Nature 60 meses - método tradicional, Vinho Casa Valduga Leopoldina Premium Merlot e Vinho Casa Valduga Raízes Gran Corte.
Vinícola Casa Venturini (Góes e Venturini)
Localização Serra Gaúcha - Flores da Cunha (RS)
Produção: Vinhedo e Vinificação própria
Produz: Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Sauvignon Blanc, Tannat, Merlot, Espumantes (Moscatel, Brut)
Destaque: Vinho Casa Venturini Cabernet Sauvignon Reserva
Vinícola Cave de Angelina
Localização: Nova Pádoa - Serra Gaúcha (RS)
Produção: Vinhedo e Vinificação própria
Produz: Espumante
Destaque: Domans Brut
Vinícola Cave de Pedra
Localização: Vale dos Vinhedos - Bento Gonçalves (RS)
Produção: Vinhedos e Vinificação própria
Produz: Espumantes (Brut, Extra Brut, Brut D.O., Moscatel), Merlot, Gewurztraminer, Marselan, Sangiovese, Vinho Licoroso (Tinto, Branco)
Destaque: Espumante Cave de Pedra Brut - Metodo Tradicional
Vinìcola Cave Marson
Localizção: Serra Gaúcha - Cotiporã (RS)
Produz: Espumantes(Brut, Brut Charmat, Moscatel), Cabernet Sauvignon, Marselan, Chardonnay, Ancelota, Merlot, Riesling
Destaque: Famiglia Marson Chardonay
Vinícola Chandon
Localização : Serra Gaúcha - Garibaldi (RS)
Produção: Vinhedos e Vinificação própria (a Chandon, braço brasileiro da casa francesa Moet e Chandon, do luxuoso grupo LVMH - que conta com marcas como Dom Pérignon, Krug e Veuve Cliquot - , produz uma série de espumantes pelo método Charmat desde 1973
Destaque: Excellence Par Chandon Cúvee Prestige
Chandon Reserve Brut
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Qual a diferença entre Espumante e Champagne
Na última terça-feira, assisti uma palestra ministrada pelo sommelier Paulo Trodoli (Ravin) cujo tema foi Espumantes e Champagnes, seguida de uma harmonização orientada que contou com a presença de importadoras com Ravin, Zahil, Mistral, La Pastina e World Wine, todas com bons rótulos.
Destaco aqui meus preferidos da noite.
Drappier Brut Nature Zéro Dosage
A melhor da noite, produzida pela Maison Drappier - França - Champagne, com 100% Pinot Noir.
É sequinho, com uma magnífica acidez que não deixa transparecer que é um Brut Nature Zero Dosage (sem adição de aḉucar), tem aromas de frutas cítricas, na boca senti pêssegos é delicada e muito elegante.
Bollinger Special Cuvee
Produzida pela Maison Bollinger - França - Champagne, é um corte de 60% Pinot Noir, 25% Chardonnay e 15% Pinot Meunier.
Tem aromas de massa de pão, maça, uma acidez intensa e deliciosa, com uma mousse (espuma) leve e persistente.
O preferido de James Bond, desde 1973 o champagne Bollinger aparece regularmente nos filmes do 007.
Aproveitando o ensejo, você sabe a diferença entre Espumante e Champagne?
O vinho espumante é obtido transformando um vinho base de pouca graduação alcoólica, açúcar e leveduras em álcool e gás carbônico. No caso do Champagne e dos demais Espumantes de grande qualidade, este processo ocorre na garrafa, fazendo que o dióxido de carbono criado durante o processo fique retido nas borbulhas (método champenoise ou tradicional). Nos Espumantes menos complexos, esta segunda fermentação é realizada em autoclaves (método charmat).
Os Espumantes são divididos por tipos de uva e quantidade de açúcar. O açúcar define se a bebida é mais doce ou mais seca: nature (de 0 a 3g de açúcar por litro), extra brut (de 3 a 8g/l), brut (de 8 a 15g/l), seco (de 15 a 20g/l), demi-sec (de 20 a 60g/l) e doce (superior a 60g/l).
O Champagne é o espumante produzido na região de Champagne na França, somente pode ser produzido pelo método tradicional e a partir das uvas Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay, seguindo normas rígidas de produção e elaboração. O que torna o Champagne algo especial é seu terroir.
Qualquer vinho espumante produzido na França, fora da região de Champagne é chamado Crémant.
Na Itália se produz ótimos espumantes, o mais popular é o Prosecco da região do Vêneto que é sempre elaborado pelo método charmat. No Piemonte é produzido o Asti, um delicioso vinho leve, frutado e com sabor de uva, feito com a uva Moscatel e na região de Franciacorta a leste de Milão, são produzidos espumantes a partir das uvas clássicas para o Champagne e pelo método tradicional.
Na Espanha Cava é o nome dado aos espumantes, produzidos pelo método tradicional, são elaborados com as uvas Macabeu, Parellada e Xarello (são também autorizadas a Garnacha, Monastrell, Chardonnay e Pinot Noir) sua produção é concentrada principalmente na região de Penedés.
Na Alemanha os espumantes são os Sekt, produzidos pelo método charmat, pode ser elaborado a partir de uma variedade de uva e até mesmo utilizando-se vinhos base de fora da Alemanha, desde que o processo de segunda fermentação ocorra em território alemão, os espumantes mais interessantes provém de pequenos produtores, especialmente daqueles que utilizam Riesling.
Em quase todas as regiões produtoras de vinho da Europa são preparados vinhos espumantes, como também na Austrália, Nova Zelândia e Àfrica do Sul.
Aqui na America do Sul, Chile e Argentina têm uma produção ainda pequena de vinhos espumantes.
Já no Brasil é crescente o aumento de produção e da qualidade dos espumantes. Atualmente muitos produtores tem obtido destaque tanto nacional como internacional.
Nossos produtores utilizam tanto o método tradicional como o método charmat.
Nosso clima tropical quente é perfeito para o cultivo de uvas ácidas, adicionando frescor e aroma aos nossos espumantes, temos exemplares maravilhosos, de vários estilos para todos os gostos.
À medida que você se familiarizar com o vinho espumante, descobrirá o estilo que mais lhe agrade, pois todos nós temos um paladar diferente, uns preferem o gosto de cogumelos de um espumante maduro, outros um sabor fresco e vívido e outros procuram doçura.
Enfim, é o que sempre digo, com tantas opções, não se prenda a um estilo, um país ou mesmo a uma marca. Aventure-se!
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Vinhos no Brasil - Parte 3
Localizada na Serra Gaúcha - Bento Gonçalves (RS)
Produção: Sistema de cooperativa com cerca de 1.100 famílias, sendo a produção orientada por técnicos, que diariamente estão em contato com o produtor.
Vinificação própria.
Produz: Aurora (linha de produtos que leva o nome da empresa), Marcus James, Saint German, Conde de Foucauld, Clos des Nobles, Maison de Ville, Country Wine, Sangue de Boi, Prestige, Keep Cooler, Mosteiro, Pequenas Partilhas.
Destaque: Espumante Aurora 100% Pinot Noir Branco Brut ( o primeiro espumante 100% Pinot Noir vinificado em branco no Brasil)
Espumante Aurora Chardonnay Brut
Aurora Pinto Bandeira Chardonnay
Aurora Reserva Chardonnay
Espumante Marcus James Brut
Espumante Saint German Brut (ótimo custo-benefício)
Aurora Colheita Tardia
Vinícola Bodega Sossego
Localizada na Campanha Gaúcha - Uruguaiana (RS)
Produção: Vinhedos próprios com cinco hectares de Cabernet Sauvignon e Chardonnay. Os primeiros lançamentos comerciais da Sossego, foram dois varietais produzidos em parceria com a vinícola Don Giovanni, na Serra Gaúcha.
Produz: Cabernet Sauvignon e Chardonnay
Destaque: Vinho Campanã Cabernet Sauvignon
Vinícola Bueno Estate
Localizada na Campanha Gaúcha (RS)
Produção: Empreendimento do narrador esportivo Galvão Bueno, em parceria com a Miolo, que implantou vinhedos na Estância de Bella Vista.
Em 2013 o locutor comprou uma participação societária no Miolo Wine Group.
Produz: Espumante Brut Rosé, Sauvignon Blanc, Corte com Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot (Paralelo 31), Espumante Brut, Sangiovese, Pinot Noir.
Destaque: Espumante Bueno Cuvée Prestige
Vinho Bellavista Estate Sauvignon Blanc
Vinícola Cainelli
Localizada na Serra Gaúcha - Tuity - Vale do Rio das Antas (RS)
Produção: Pequena vinícola familiar onde hoje à frete da elaboração dos vinhos está a quinta geração da família.
Produz: Merlot, Cabernet Sauvignon Rosé, Espumante Brut, Espumante Moscatel, Isabel Rosé, Isabel, Isabel Suave, Chardonnay, Marselan
Destaque: Vinho Cainelli Merlot
Vinícola Campos de Cima
Localizada em Campanha Gaúcha - Itaqui (RS)
Produção: Possuem 15 hectares de vinhedos próprios com produtores dedicados que têm como premissa uma produção limitada, numa pequena vinícola Boutique.
Produz: Espumante Brut, Rosés, Ruby Cabernet, Espumante Extra Brut, Espumante Brut Rosé
Destaque: Espumante Campos de Cima Brut - Método tradicional.
Vinícola Casa Geraldo
Localizada em Andradas (Minas Gerais)
Produção: a maior produtora de uvas da região e uma das maiores vinícolas do estado.
Produz: Corte (Cabernet Sauvignon, Merlot e Tannat), Moscato Giallo, Corte (Cabernet Franc, Merlot e Tempranillo), Shiraz, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Espumante Brut Champenoise, Carménère, Prosecco, Espumante Moscatel, Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat, Bordô.
Destaque: Vinho Sauvignon Blanc
Leia também Vinhos no Brasil
Vinhos no Brasil - Parte 2
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