quarta-feira, 25 de junho de 2025

Rosbife - Aceto Balsâmico - Tannat


 Má na cozinha preparando...
Rosbife à moda italiana com adição do toque refinado do Aceto Balsâmico de Modena, uma das especialidade italianas mais apreciadas no mundo.
Foi nos dado de presente, com diversos outros mimos pelo amigo @misafutsal95, jogador do Mantova C5
Um prato de comer de joelhos, uma ligação única entre o sabor intenso do Aceto Balsâmico, as partes caramelizadas da carne e a picância do queijo.
Tudo entrelaçado a um tinto brasileiro da uva Tannat.
Tannat Gran Reserva Safra Histórica 2020 - Vinícola Fin @vinicolafinoficial 

Que com seus sabores intensos e complexos criam uma sinfonia perfeita.
Para o prato você vai precisar:
1 peça de filé mignon
3 colheres (sopa) mostarda amarela
3 colheres (sopa) molho inglês
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Azeite quanto baste 
Queijo parmesão curado 
Aceto Balsâmico
Modo de preparo do Rosbife
Disponha a peça de carne num saco plástico grosso, coloque o molho inglês, mostarda, sal e pimenta, feche e misture bem.
Deixe marinando por 1 hora.
Regue com azeite o fundo de uma frigideira grande.
Disponha a carne (drenada) e sem mexer ou espetar, doure bem um lado e só depois o outro, não esquecendo de dourar também as laterais.
Deixe descansar por 10 minutos (dentro do forno) antes de cortar.
Com uma faca afiada, corte a carne em fatias bem finas e disponha em um prato.
Espalhe as lascas de parmesão por cima do rosbife
Regue tudo com um fio de aceto balsâmico..
Está pronto!
Sabor e simplicidade!
Saúde sempre!
Beijo no coração.
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terça-feira, 6 de maio de 2025

Babaganuche com indicação de vinho


 Má na cozinha preparando Babaganuche.
Beber, Comer e Amar...
Em meados do século XIX, os árabes de origem libanesa e síria atracaram em portos brasileiros trazendo consigo os encantos da culinária árabe.
A cozinha sírio libanesa reúne tradições mediterrâneas, européias e orientais.
Temos à mesa:
Babaganuche - pasta de berinjela, tahine, alho, limão e temperos.
Homus tahine - pasta de grão de bico, tahine alho e limão
Coalhada seca
Tabule - salada de salsa, tomate, hortelã e trigo.
Quando o assunto é vinho, para acompanhar essa diversidade de pratos, cada qual com seus temperos e aromas, os vinhos brancos sem barrica e espumanes são os mais indicados.
Que tal preparar esse delicioso babaganuche?
Eu como sempre, contribuo com a receita.
Ingredientes:
2 berinjelas grandes
1 cabeça de alho assado
1 colher (sopa) rasa de tahine
Suco de 1 limão
Zattar a gosto
Azeite a gosto
Sal a gosto
Preparo
Toste a berinjela na boca do fogão (ela vai cozinhar e defumar ao mesmo tempo), vá virando com o auxílio de uma pinça até a casca murchar.
Enquanto isso, pegue a cabeça de alho, envolva em papel  alumínio, regue com um fio de azeite e coloque para assar em forno médio, por mais ou menos 30 minutos.
Voltando a berinjela, assim que estiver com a casca murcha e queimada, com cuidado, retire da chama e vá retirando a casca (com ela ainda morna).
Passado os 30 minutos, retire o alho do forno e esprema-o com as mãos até separa-ló das cascas.
Em uma tábua, coloque as berinjelas sem casca e pique-as com o auxílio de uma faca, amassando ao mesmo tempo para que fiquem na consistência de uma pasta, junte o allho assado, o tahine, o suco do limão, o zattar, o sal e o azeite, continue o processo até obter a consistência desejada.
Acerte o sal.
Sirva com pão sírio.
Saúde sempre!
Beijo no coração.
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Passa lá.

                                                
                                                  
                                                       
                                                       
                                                               


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

Rota dos Vinhos de São Paulo - Vinícola Castanho

Beber, Comer e Amar ...
Dizeres do rótulo do vinho de hoje...
"Uma homenagem à nossa avó, Maria Conceição.
Sempre presente ao longo do crescimento da Castanho, deixou um legado de muito trabalho e conquista, um exemplo para todos nós."
É com essa linda declaração de amor feita pelos herdeiros da Vinícola Castanho que começo esse post.
Afinal, demonstrações de amor estão cada vez mais raras.
Foi este mesmo amor que sentimos ao visitar a Vinícola Castanho, vinícola familiar, muito charmosa localizada em Jundiaí e, que faz parte da "Rota dos Vinhos de São Paulo" dividida em cinco regiões:
Rota Circuito das Frutas em Jundiai
Rota dos Bandeirantes em São Roque
Rota Alta Mogiana em Ribeirão Preto
Rota Serra dos Encontros em Espírito Santo do Pinhal
Rota Alto da Mantiqueira em São Bento do Sapucaí
Totalizando 66 vinícolas participantes.
Fundada em 1968 a Vinícola Castanho começa a produção de vinhos finos em 2013, mas sem abandonar as raízes da produção de vinho de mesa.
Visitamos os vinhedos de Syrah e Cabernet Franc e descobrimos que outras castas estão em implantação.
O enólogo responsável João Aguinaldo Leme da Silva, vêm promovendo uma renovação constante do perfil do vinho daquela região.
Engrossando o coro do crescimento considerável da qualidade dos vinhos paulistas.
Na visita guiada degustamos rótulos premiados, vinhos tranquilo, espumantes e também a paixão do Marcelo, Vinho Fortificado!
O vinho em questão" o favorito da Dona Maria Conceição" é o
Santa Maria Fortificado.
Vinho licoroso fortificado, inspirado nos clássicos vinhos portugueses.

Para acompanhar, essa belíssima Pavlova preparada pelo Má, nos deliciamos combinando essas duas maravilhas.
De um lado, um vinho licoroso que homenageia uma avó que deixou um legado no vinho, do outro, uma sobremesa que homenageia á bailarina russa Anna Pavlova que deixou seu legado na dança sendo a "Morte do Cisne" sua peça mais famosa.
 Antes que você me pergunte como? 
Foi mais ou menos assim:
Um Chef do Hotel de Wellington criou o prato quando a bailarina ali se hospedou durante sua turnê mundial em 1926.
Voltando pra nossa harmonização, a combinação de merengue crocante, chantilly cremoso e frutas, cria um equilíbrio perfeito entre doçura e acidez.
O vinho realçou a sobremesa criando uma boa harmonia em boca.
Que tal preparar essa delícia?
Pavlova (versão adaptada)
Ingredientes
4 colheres (chá) de amido de milho
6 claras de ovos
1/2 colher (chá) sal
1 e 1/3 xícara de açúcar
1 colher (chá) extrato de baunilha
1 colher (chá) vinagre branco
Preparo:
Preaqueça o forno a 200 graus. 
Forre um tabuleiro com papel manteiga e espalhe uma das colheres de chá de amido de milho da receita. Reserve
Bata as claras em neve com o sal e quando começarem a incorporar e formarem picos moles, comece a acrescentar o açúcar, uma colher de cada vez, batendo sempre.
Acrescente o amido restante junto com a última colherada de açúcar, continue batendo até que fiquem bem firme e o açúcar tenha-se dissolvido completamente. Junte, então, a baunilha e o vinagre, mexendo, sem bater, até que fique tudo bem incorporado.
Despeje todo o merengue no centro do tabuleiro e modele com as costas de uma colher, Se desejar, poderá fazer uma cavidade mais profunda no centro para acomodar uma quantidade maior de creme chantilly no final.
Reduza a temperatura do forno para 100 graus.
Se seu forno não tiver essa graduação, regule a chama para o mínimo que conseguir e deixe a porta do forno entreaberta, usando uma colher de pau para segurar a porta.
Asse até formar um suspiro (craquelar) verificando de vez em quando.
Estará pronta quando estiver ligeiramente corada por fora e o interior estiver ainda macio.
Apague o forno e deixe que o merengue esfrie completamente dentro do forno.
Um ótimo dia.
Saúde sempre!
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Beijos no coração.



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

Bacalhau com Mel e vinho para harmonizar

                                                    

 Má na cozinha preparando Bacalhau com mel.
Beber, Comer e Amar...
Bacalhau combina muito bem com mel, uma receita super simples que vira um prato delicioso.
O mel cria um contraste bem interessante e estimulante ao paladar...
Sabe prato de restaurante premiado?
Tipo isso!
Quanto ao vinho, minha recomendação é que você escolha um vinho branco que tenha passado por barrica de cravalho. Dá frescor ao bacalhau e o fato de ter passado por barrica vai adicionar complexidade e notas tostadas à harmonização.
Escolhemos um maravilhoso exemplar brasileiro.
Vinho Branco F&A Brazilian Collection Alvarinho - 8 meses de carvalho francês.
Vinícola Foppa & Ambrosi @foppaeambrosi @lucasfoppa

                                                       

Aromas sutis de baunilha e tostado, notas de fruta madura (abacaxi), frutas brancas e leve mineral.
Em boca é envolvente, com acidez média-mais, boa persistência e um delicioso final de boca amendoado e elegante.
Casou perfeitamente com o molho de mel e amêndoas, sua ótima acidez complementou a pouca acidez do prato. Casamento perfeito!
Que tal preparar essa delícia?
Eu como sempre, contribuo com a receita.
Ingredientes (duas pessoas)
2 lombos de bacalhau previamente dessalgados
1 cebola grande
2 colheres (sopa) mel
1 colher (chá) páprica
60g de pasas brancas
60g de amêndoas em lâminas
300 ml de caldo de peixe caseiro
Azeite quanto baste
Farinha para empanar o bacalhau
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Preparo
Enfarinhe os lombos de bacalhau e frite-os numa frigideira com azeite, de ambos os lados, primeiro com  a pele virada para baixo.
Coloque em papel absorvente e reserve.
Em uma frigideira grande, adicione um pouco de azeite da fritura do bacalhau e frite a cebola picada em fogo baixo.
Quando estiver transparente, adicione as passas, amêndoas, mel e páprica.
Mexa bem para não queimar e adicione o caldo de peixe, polvilhe pimenta, se necessário, acerte o sal e deixe cozinhar por 5 minutos.
Após 5 minutos, adicione o bacalhau e deixe por mais 5 minutos, virando-o na metade do tempo.
Sirva com o molho.
Agradecimento especial a @larissa.fin da @casavitisoficial que indicou-nos o vinho. Amamos!
Saúde sempe!
Beijos no coração.
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sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

Gnudi al Pomodoro harmonizado com vinho

Má na cozinha preparando Gnudi di ricotta e spinaci al pomodoro.
Beber, Comer e Amar...
Prato da culinária Tocasna, são chamados gnudi porque são preparados com os ingredientes usados no recheio do ravioli, mas não possuem o invólucro externo da massa.
Em outras regiões da Itália como em Siena são chamados de "Malfatti" porque lembram algo inacabado.

Em ambos os casos são nhoques grandes de ricota e espinafre, que se bem feitos, ficam macios e deliciosos.
Sua textura acaricia o paladar como veludo e depois o surpreende como uma inesperada explosão de noz-moscada e parmesão.
O tempero clássico do gnudi é um molho de manteiga e sálvia, mas como tínhamos no freezer molho de tomate caseiro, não tivemos dúvida, deitamos as lindas bolas ensolaradas de ricota e espinafre no pomodoro!
Para amalgamar tudo abrimos um belíssimo Espumante brasileiro da @familiageisse o Cave Amadeu Rústico Nature sem degorgement - 80% Chardonnay - 20% Pinot Noir - Método Tradicional.

Seus aromas encantadores de panificação e frutas cítricas, sua cremosidade e acidez fazem dele o vinho perfeito para continuar a surpreender, mordida após mordida, gole após gole. Uma dança de sabores e emoções.
Que tal preparar essa maravilha?
eu como sempre, contribuo com a receita.
Ingredientes:
500g de espinafre refogado, drenado e picado
300g de ricota fresca de ovelha ou vaca drenada
2 ovos
150g de Parmegiano Reggiano ralado
1 colher (sopa) farinha
Noz moscada a gosto
Sal e pimenta a gosto
Preparo:
Misturar todos os ingredientes.
Formar bolas médias levemente achatadas,
Cozinhar em água fervente até subirem (como no nhoque tradicional)
Servir com molho de tomate.
Saúde sempre!
Beijos no coração.
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quarta-feira, 16 de outubro de 2024

Vinho Sauternes e sua harmonização


 Se você acha que os vinhos de Sauternes são muito difíceis de combinar com comida, ou que só servem para sobremesa, queijo azul e foie gras. 
Não! Os vinhos Sauternes também permitem muitas combinações de comida e vinho muito bem sucedidas e às vezes surpreendentes, como o prato de hoje. 
Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando Magret de pato ao molho de laranja e purê de vegetais. 
Para harmonizar com sucesso a comida e o vinho Sauternes, a ideia é respeitar o equilíbrio dos sabores e acima de tudo garantir que se contrabalance a doçura do vinho. 
Você pode brincar com a harmonia, com pratos de  sabores próximos ao do vinho ( frutos secos, mel,  frutas amarelas e cítricas) ou, pelo contrário, brincar com contrastes com sabores marcados (azedo e picante).
Mas lembre-se muito açúcar pode tornar seu prato enjoativo,  para que isso não aconteça seja sutil, não abuse dos ingredientes que você quer combinar.
No Magret ao molho de laranja, a idéia foi incorporar ao prato dois dos sabores dominantes no vinho (laranja e mel) porém o Marcelo não pesou a mão no molho que permaneceu leve e contrabalançado por uma boa acidez. 
Vamos ao vinho. 


Baron Philippe Rothschild Mouton Cadet Sauternes AOC. 2017
Sémillon 11% - Sauvignon Blanc 87% Muscadelle 2%.
Sua cor dourada apresenta reflexos âmbar, sinal de sua concentração de açúcar. No nariz percebemos notas de frutas cristalizadas (damasco, ameixa amarela) e cítricas, mel, flores e especiarias doces.  Na boca é amplo e aveludado, com uma bela acidez que equilibra a riqueza do vinho. 
O sabor caramelizado do Sauternes combinou lindamente com o peito de pato crocante.  A complexidade do vinho também combinou com a textura gordurosa da pato que foi preparando com excelência pelo Má baseado nas combinações que citei anteriormente. 
Os purês (cenoura, beterraba e batata) complementaram a doçura sem sobrecarregar o prato pois foram cozidos em caldo de carne.
Provando assim que Sauternes tem uma vida fora do foie gras e do queijo azul. 


Ingredientes: ( 2 pessoas)
2 peitos de pato
2 laranjas Bahia 
2 colheres (sopa) mel
2 colheres (sopa) vinagre balsâmico ou vinagre de Jerez 
Sal e pimenta a gosto 
Preparo do magret
Coloque o peito de pato numa superfície de trabalho. Usando uma faca pequena, faça cortes cruzados por toda a pele.
Leve uma frigideira antiaderente ao fogo  e deixe esquentar, coloque o peito com a pele voltada para baixo, tempere com sal e pimenta e deixe fritar por 3 minutos,  repita a operação do outro lado do peito.
Coloque o Magret em um prato e envolva-o com papel alumínio, deixe descansar por 3 minutos. 
Enquanto isso, faça o molho.
Esprema as laranjas e coloque o suco numa panela pequena, adicione o mel, o vinagre, sal e pimenta. Reduza até virar uma calda.
Retire o magret do alumínio, coloque-o numa tábua e corte-o em rodelas. 
Disponha num prato e cubra-o com molho. 
Sirva quente.
Se você optar por fazer os purês para guarnição. 
Cozinhe cada vegetal separadamente em caldo caseiro (cenoura, batata e beterraba)
Escorra, mas não despreze o caldo do cozimento. 
Em etapas diferentes passe cada legume no processador para obter um purê, se ficar muito grosso, coloque um pouquinho do caldo do cozimento para ajudar o processamento.
Proceda da mesma forma com os demais vegetais.
Em uma panela coloque o  (ex:. Purê cenoura)
1 colher (sopa) manteiga com meia cebola ralada, refogue e acrescente o purê de cenora. Mexa até obter a consistência desejada. 
Proceda do mesmo modo com os demais.
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Beijos no coração de vocês. 

Você sabia...
"Sauternes é um vinho doce produzido na região vinícola de Bordeaux, na França.  É elaborado com as uvas Sémillon, Sauvignon Blanc e Muscadelle, cultivadas nos vinhedos de Sauternes e Barsac. O vinho é conhecido por seu sabor adocicado e textura rica, resultado da podridão nobre denominada " botrytis cinerea".
A podridão nobre é um fenômeno natural que ocorre quando as uvas são expostas a condições úmidas e quentes. Isso faz com que o mofo entre nas uvas e as torne mais doces e com sabor mais concentrado. 
Esse fenômeno só acontece em determinadas regiões do mundo.
Existem várias classificações para os Vinhos Sauternes, mas a mais famosa é a Classificação de 1855.
Reúne os cinco primeiros vinhos, que são os mais prestigiados e os mais raros. 
Château d'Yquem 
Château Guiraud
Château  Coulet
Château de Rayne Vigneau 
Château Climens
Um bom Sauternes envelhece por mais de 100 anos. 


quarta-feira, 9 de outubro de 2024

Macarrão Cacio e Pepe e Syrah brasileiro

 

Os chefes italianos costumam dizer que as receitas aparentemente mais simples na verdade são aquelas mais difíceis de executar, essa máxima vale para esse prato. 
Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando Pasta Cacio e Pepe, símbolo da cozinha romanesca, uma massa simples preparada com apenas dois ingredientes, Queijo Pecorino Romano DOP e pimenta preta moída na hora. 
O segredo do prato está na emulsão entre a pimenta, o queijo e a água do cozimento, o molho resultante não pode ficar nem grosso e nem muito líquido e sim cremoso. 
Lá no Instagram do BCA, bebercomereamar, você encontra um vídeo explicando todo o processo. 
Para harmonizar ousamos na escolha de um Syrah brasileiro - Casa Soncini Syrah 2021
A nota de pimenta preta, os taninos maduros e a boa acidez desse belo Syrah casou perfeitamente com o prato nos surpreendendo tanto em boca quanto em aroma. 


Para preparar o Cacio e Pepe.
O Marcelo cozinha o espaguete em água com sal, escorre e reserva a água do cozimento. 
Feito isso, ele pega uma panela grande, leva ao fogo mínimo,  coloca em torno de 8 conchas da água do cozimento, adiciona 250g de pecorino com uma boa quantidade de pimenta preta moida na hora (fica ao seu critério a quantidade).
Pega um batedor de arame e em fogo baixo, vai emulsionando tudo até obter um molho ainda líquido, porém, cremoso.
Desliga o fogo, joga a massa ainda quente e mexe até toda a massa ser envolvida pelo molho.
Mas como eu disse:
Lá no Instagram tem o vídeo e o passo a passo certinho.
Uma otima semana para vocês. 
Beijos no coração.