quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021
Cozinha sírio-libanesa surpeenda-se
sábado, 20 de fevereiro de 2021
Tapenade - LA Luiz Argenta
Que tal preparar essa maravilha para seu final de semana?
Eu como sempre, contribuo com a receita:
Tapenade
Ingredientes:
230 gramas de azeitonas pretas sem caroço e cortadas em cubos.
3 colheres de sopa de alcaparras (escorridas)
8 filés de anchova
1 dente de alho picado
1/2 xícara de azeite extra virgem
1 colher de sopa de suco de limão siciliano
2 colheres de chá de mostarda Dijon
1 colher de chá de tomilho fresco picado
1 colher de sopa de salsa fresca picada
Preparo:
Em um processador de alimentos, coloque as azeitonas, as alcaparras, as anchovas, o alho e aperte 3 vezes a tecla "pulse".
Adicione o azeite, o suco de limão, a mostarda, o tomilho, a salsa e processe até ficar com consistência espessa porém ainda com pedaços.
Sirva e aproveite o seu Rosé!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021
Petisco e vinho - combinação perfeita
Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando Bolinho de Mortadela.
Isso mesmo, mortadela! Com seu aroma inconfundível e sua extrema suculência, um embutido que nasceu na Bologna - Itália, mas é muito popular aqui no Brasil.
A Mordadella da Bologna, que pode se vangloriar da marca IGT, é uma carne curada composta por carnes suínas cuidadosamente selecionadas que são trituradas através de três etapas diferentes em moedores de carne especiais. Em seguida, os cubos de gordura, que lhe atribui o sabor doce, preparados principalmente a partir da garganta do porco (chamados lardelli) são adicionados à carne moída. A mistura assim obtida é ensacada em diferentes tamanhos e sujeita a cozedura. O processo envolve o uso de fogões especiais de ar seco, com tempos de cozimento variando de algumas horas a um dia inteiro, dependendo do tamanho da bolsa. Segue um banho de água fria e uma parada em uma câmara de refrigeração que permite que o produto se estabilize.
Essa é a rigorosa disciplina seguida por todas as empresas do Consórcio de Mortadella Bolognese IGP, cujos fabricantes passaram de geração a geração a receita original. A área de produção da Mortadella Bologna inclui o território das regiões de Emilia Romagna, Piemonte, Lombardia, Veneto, Toscana, Marche, Lazio e a Província de Trento e é produzida exclusivamente com carne de porco cozida.
Aqui no Brasil,o preparo é diferente, em alguns casos, a mistura é 50% carne de porco e 50% carne de boi, forma-se então uma massa que é embutida em uma bexiga de boi, defumada e cozida em estufa a vapor, a uma temperatura de 75 a 80 graus célsius, durante 18 horas. Depois desse processo, ela deve ser resfriada com borrifadas de água e pendurada por 24 horas para secar.
Que tal preparar essa delícia!? Eu como sempre, contribuo com a receita:
Bolinho de Mortadela
Ingredientes:
3 colheres (sopa) de azeite
1/2 colher (sopa) de cebola picada
3 dentes de alho cortados finamente
450 gramas de mortadela moída
3 colheres (sopa) de mostarda
1/2 pimenta de cheiro
Sal se necessário
300 ml de leite
6 colheres (sopa) de farinha de trigo
Para empanar:
3 claras de ovo ligeiramente batidas
Preparo:
Aqueça o azeite refogue a cebola, o alho, a pimenta, a mortadela moída, a mostarda e acerte o sal.
Junte a farinha e o leite.
Mexa até obter uma massa homogênea e firme.
Cozinhe até desgrudar do fundo da panela.
Quando esfriar, modele bolinhos
Empane e frite em óleo a 180 graus.
Você sabia...
As origens da IGP Mortadella Bologna encontra-se nos territórios da antiga Felsina etrusca, rica em madeira de carvalho que forneceu bolotas saborosas aos numerosos porcos locais.
A primeira evidência do que se acredita ter sido um produtor de mortadela é preservada no Museu Arqueológico de Bologna: Uma stele romana imperial em que, por um lado, são representados sete porcos e, por outro, um mortaio com um pilão. Uma vez que o mortaio foi usado pelos romanos para esmagar e amassar a carne de porco com sal e especiarias, pode-se inferir que o nome da deliciosa charcutaria nasce de "mortarium" ou, em vez de "murtatum", o que significa precisamente carne picada no mortario.
Em 1661, o Cardeal Farnese, devido as reclamações de produtores conscientes que, então, sofriam com imitações, reuniu um grupo de especialistas e baixou um édito que codificou a produção de mortadela, fornecendo um dos primeiros exemplos de uma disciplina similar às atuais DOP e IGT
O fabrico e a aplicação dos selos de garantia exigidos foram da responsabilidade da Guild of Salaroli, uma das mais antigas de Bolonha, que já em 1376 tinha um mortario com seu pilão para o seu emblema.
Ao contrário de hoje, há alguns séculos atrás, a Mortadella de Bologna era um produto reservado para uma elite de gourmets, nobres e burgueses ricos que podiam pagar um salume de alta qualidade, ainda maior do que o de presunto, devido em parte ao valor da matéria-prima e em parte aos custos de produção que exigiam o trabalho de artesãos altamente qualificados.
É apenas com o desenvolvimento gradual da indústria de charcutaria, lançada no século XIX, que a mortadela se torna um produto acessível a todos.
O que diz a especificação:
Mortadella: Produto de delicatessen de forma oval ou cilíndrica compacto e com consistência não elástica, obtido a partir de uma mistura de porco. A superfície de corte deve ser aveludada, com uma cor rosa clara uniforme, e na fatia deve estar presente, em quantidades não inferiores 15% de massa total, quadrados brancos de tecido adiposo. Os quadrados devem estar bem distribuídos e aderentes à mistura. O aroma é ligeiramente picante.
"o dilema: com pistache ou sem? A especificação admite ambas as versões. Em Bologna, a sem pistache é a preferida, enquanto em Roma, no centro e sul da Itália, a nota verde e crocante do pistache é uma obrigação essencial."
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021
Dicas de entradas para agradar os convidados
sábado, 6 de fevereiro de 2021
Entradas e Vinhos - Ceviche
Yealands Way - Sauvignon Blanc - Malborough - Nova Zelândia.
Um vinho vivaz, intenso, com aromas cítricos, de grama molhada e um leve final mineral.
Quer preparar este prato para seu fim de semana?
Eu como sempre, contribuo com a receita:
Para o caviar de carambola
1/2 xícara de sagu
4 xícaras de água
2 carambolas
1 xícara de açúcar
Modo de preparo:
Deixe o sagu de molho em 1 xícara de água por 30 minutos, escorra
Em uma panela coloque
3 xícaras de água
2 carambolas cortadas
1 xícara de açúcar
Misture e leve ao fogo, quando começar a levantar fervura acrescente o sagu reservado, abaixe o fogo e deixe cozinhar mexendo de vez enquando até as bolinhas ficarem transparentes.
Retire as carambolas e reserve o sagu.
Para o Ceviche:
4 filés de peixe branco fresco limpo cortados em cubos pequenos (usei robalo )
2 pimentas dedo de moça picadas e sem sementes
Coentro fresco picado à gosto
5 colheres (sopa) de suco de limão taiti
1 cebola roxa fatiada bem fina
Sal à gosto
Modo de preparo Ceviche
Coloque o peixe em cubos em uma tigela
Tempere o peixe com sal e pimenta
Junte o coentro, a cebola e o suco de limão, mexa bem
Montagem do prato:
Disponha no centro do prato o ceviche, por cima o "caviar" de carambola e acompanhe com batata frita.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
Vinho Esloveno harmonizado com Panzanella
Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando Panzanella.
No verão, todas as ocasiões são boas para preparar pratos leves e práticos que não demandem muito tempo, para você aproveitar tudo o que a estação tem à oferecer.
Seguindo esta linha, o Marcelo preparou hoje um típico prato italiano que remota as tradições camponesas da Úmbria, com base em pão velho, vinagre, azeite extra-virgem, tomate e pepino. Um prato muito simples, porém delicioso em dias quentes.
A Panzanella, apesar de ser um prato humilde, ao longo dos séculos, encantou o paladar de poetas, pintores e personalidades importantes de várias sociedades.
As versões sobre a origem do prato são controversas, segundo a maioria das teorias, acredita-se que os primeiros a prepará-lo foram os agricultores que, com poucos recursos financeiros, costumavam molhar o pão velho e comê-lo junto com vegetais. Muito particular também é a origem do nome do prato que derivaria da união das palavras pane (pão) e zanella ou melhor, terrina. Outra versão remota ao nome latino panzana, que significava geléia, lembrando assim a composição com pão velho molhado.
O perfume, a leveza e o sabor da Panzanella pede um vinho aromático para harmonizar, mas se você gostar de bolhas, não hesite em frente de um Prosecco ou um Espumante brasileiro Método Clássico.
Optei por um Vinho do Leste Europeu, um vinho da Eslovênia da região de Podravje
Sauvignon Blanc e Furmint - Puklavec & Friends
De cor amarelo palha, no nariz aromas bem presentes de frutas cítricas e flores brancas, também maracujá e maça verde, seguido de notas de mel , eucalipto e mineral.
Em boca frescura e ótima acidez. Destaque para a maçã verde que ficou bem evidenciada após uma garfada da Panzanella.
Que tal preparar essa iguaria para seu fim de semana?
Eu, contribuo com a receita:
Panzanella ingredientes:
400 gramas de pão velho da Úmbria ou da Toscana (sem sal) veja aqui a receita: Peposo e Chianti Busi
4 tomates maduros para salada
2 pepinos
1 cebola roxa
3 colheres de sopa de vinagre de vinho branco
azeite q.b
pimenta preta moída na hora q.b
sal q.b
15 folhas de basílico (manjericão)
Preparo:
1. Corte as cebolas em fatias finas e deixe de molho por cerca de 2 horas em uma solução de água com uma colher de vinagre.
2. Corte o pão em fatias, umedeça com água e vinagre ( 500 ml de água e 3 colheres sopa de vinagre de vinho branco).
Quando o pão estiver amolecido, aperte-o, corte-o em pedaços com as mãos e coloque-os em uma saladeira.
3. Agora descasque e corte em pedaços pequenos os tomates e o pepino e acrescente a saladeira
4. Escorra a cebola e acrescente a saladeira.
5. Adicione o manjericão e tempere com azeite em grande quantidade, sal e pimenta.
6. Misture tudo e deixe descansar na geladeira coberto com filme plástico 24 horas antes de servir.
Obs. O pão , quanto mais seco (alguns dias) melhor reagirá em contato com a água.
Você sabia...
A tradição do vinho esloveno começou há 2.400 anos com os celtas, a viticultura também floresceu sob os romanos, e os vinhos eslovenos foram até elogiados por Plínio. Mais tarde, com afilhação à Áustria-Hungria, os viticultores austríacos produziram as bebidas das casas nobres da Eslovênia. Com o advento da filoxera, quase todas as videiras foram destruídas. Somente em 1991, quando a independência foi obtida, o desenvolvimento rápido e positivo da viticultura começou novamente.
A área total cultivada na Eslovênia é de cerca de 24.200 hectares. A produção anual é de 1 milhão de hl, dos quais 25% são vinhos tintos e 75% vinhos brancos.
A Eslovênia é dividida em três regiões vinícolas, são elas:
Podravje
Os vinhos brancos vêm principalmente desta região
A região ocupa uma área de 9650 ha, está localizada no nordeste da Eslovênia. É dividida em duas sub-regiões: Stajerska e Prekmurje
95% da produção é de vinho branco, os tipos mais comuns são de Welschriesling e Furmint, outras variedades são: Riesling, Traminer, Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Gris.
A característica da região de Podravje é sua área extremamente montanhosa, com altitude média das vinhas entre 250 e 400 metros.
Primorska
A região ocupa uma área de 8081 ha, está localizada no oeste da Eslovênia (faz fronteira com a Itália).
Aqui são produzidos vinhos brancos de Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Gris, Rebula e Malvasia de excelente qualidade. Mas vinhos tintos como Cabernet Sauvignon, Merlot e Pinot Noir estão sendo cada vez mais produzidos. O vinho tinto tradicional da Eslovênia o Teran rico em acidez, feito a partir de uvas Refosco é produzido nesta região.
A região vitícola de Primorska esta dividida em quatro sub-regiões: Istra e Karst produzem principalmente vinhos tintos, e Goriska Brda e Vale Vipava produzem principalmente vinhos brancos.
A região é conhecida por seus verões quentes e secos, invernos amenos e ventos fortes.
Posavje
A região ocupa uma área de 4328 ha no sudeste da Eslovênia, na fronteira com a Croácia, e está dividida em três sub-regiões: Dolenjska, Bizdjsko-Sremic e Bela Krajina.
A região é mais conhecida por seus vinhos tintos. Além disso, também é famosa por produzir Cvicek, um vinho feito com uvas tintas e brancas
Legislação
vinho de mesa (namizno vino)
vinho de país, originário de uma única região (dezelno vino PGO)
vinho de qualidade (kakovostno vino ZGP)
vinho de qualidade Premium (vrhunsko vino ZGP)
Classificação de acordo com o grau de doçura:
seco (suho)
meio-seco (polsuho)
meio-doce (polsladko)
doce (sladko)













