quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

Comida Coreana e vinho

 

Beber, Comer e Amar...
Você ja deve ter ouvido falar dos K-Pop e Doramas coreanos. De uns tempos pra cá houve um boom da cultura coreana no cenário internacional.
Porém, não é só a cultura pop que está em voga aqui no Brasil, o interesse e o consumo pela gastronomia sul-coreana tem crescido a passos largos.
Confesso que somos fãs recentes desta gastronomia rica, colorida e por vezes apimentada. E neste caso, não é pouca pimenta não, é muita!
Para quem curte vinho nem é preciso dizer que a combinação de um prato muito picante com o vinho torna-se inútil.
Mas, para a nossa salvação não é só de pimenta que vive a gastronomia sul-coreana, existem pratos como o Japchae, onde a pimenta entra somente como acompanhamento (banchan) como é o caso do Kimchi (legumes fermentados picantes) que sempre complementam a refeição.
Aliás, as refeições coreanas tradicionais são nomeadas pelo número de banchan (acompanhamentos).
Hoje, o Má está na cozinha preparando Japchae, um macarrão feito de batata doce com vários vegetais, carnes e cogumelos todos temperados e aromatizados com shoyu, óleo de gergelim e hondashi.
Japchae significa mistura de vegetais, e para a gente que adora uma série coreana, misturá-lo com as mãos depois de pronto, foi o ponto alto do preparo.
"Conta a história que, o Japchae foi criado no início do século 17 quando a Dinastia Joseon estava crescendo na península. O rei Gwanghaegun deu uma grande festa em seu palácio, quando um dos seus criados criou este prato para ele.
Gwanghaegun gostou tanto que promoveu o criado para o posto de secretário do tesouro."
Agora vem a parte que todos nós amamos, a harmonização...
A combinação da maciez da massa, o crocante dos legumes e a complexidade do molho resulta numa explosão de sabores na boca mas, e o vinho?
Os vinhos sutis podem ser facilmente mascarados pelo ataque picante do Kimchi e os outros ingredientes usados no molho do Japchae.
Então, temos que escolher um vinho bem frutado e talvez um pouco mais doce do que beberíamos normalmente, pois caso contrário, o vinho terá seu sabor apagado. Em geral vinhos brancos funcionam melhor que os tintos.
Um vinho de agulha ou espumante vão bem também, porque eliminam o molho que, de outro modo recobriria a língua.
Que tal preparar essa maravilha?
Eu como sempre contribuo com a receita.

Ingredientes
1 pacote de macarrão coreano de batata doce 
4 dentes de alho
1 1/2 pacotes de Hondashi
1 xícara de chá de shoyu
1 colher de sopa de açúcar
100ml de óleo de gergelim
 óleo de soja para refogar os legumes
500g de fraldinha
1 maço de cebolinha
1 cebola grande
1 brócolis pequeno
1 couve flor pequena
20 unidades de vagem
1 cenoura grande
1 pimentão amarelo
1 pimentão vermelho
1 pacote de shitake (200g)
Preparo:
Corte a cenoura, os pimentões, a cebolinha e o shitake em tiras de mais ou menos 5 cm de comprimento. Corte a cebola em fatias longitudinais e as vagens ao meio. Pique o alho. Separe o brócolis e a couve flor em flores pequenas.
Corte a carne em tiras.
Reserve tudo.
Ferva bastante água em uma panela grande e coloque o macarrão.
Deixe cozinhar por cerca de 8 minutos, mexendo de vez em quando, até ficar transparente e com consistência bem elástica.
Escorra e tempere com um pouco de shoyu , hondashi  e óleo de gergelim  enqunto o macarrão ainda estiver quente. Não use todo o tempero, pois você irá temperar cada fase do preparo.
Aqueça uma frigideira, coloque um pouco de óleo de soja e refogue a cebolinha juntamente com o alho picado, até murchar um pouco.
Tempere com um pouco mais de shoyu, hondashi e óleo de gergelim e coloque sobre o macarrão, mexendo para incorporar.
Nessa mesma frigideira, sele a carne e quando estiver no ponto, tempere com um pouco de shoyu, hondashi e a colher de sopa de açúcar. Lembre-se de deixar o tempero de cada item bem leve, pois o sabor  ficará bastante intenso no final, quando tudo estiver misturado.
Coloque a carne em cima do macarrão.
Usando ainda a mesma frigideira, coloque um pouco de óleo de soja e vá refogando cada legume separadamente (um por vez), sempre deixando-os firmes, al dente e levemente temperados com shoyu, hondahi e óleo de gergelim. Repita esse processo com os pimentões, cebola, brócolis, couve flor, shitake, cenoura e vagem, até acabar todos os legumes.
Vá colocando cada legume separado sobre o macarrão já cozido. (como na foto de capa)
É importante que você faça todo o processo em fogo alto, porém tome cuidado para não queimar a borda da frigideira. Caso isso aconteça, lave a frigideira e recomece o processo.
Depois que todos os legumes e proteínas já estiverem prontos, misture tudo com o macarrão (usamos as mãos para tal).
Se necessário, reforce o tempero com shoyu, hondashi e óleo de gergelim.
O japchae pode ser servido quente o frio.
O nosso foi acompanhando com kimchi, nabo em conserva e espinafre refogado








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Saúde Sempre!
Beijos no coração. 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

Pesto Calabrese (pimenta)




Beber, Comer e Amar...
Para o nosso terceiro Pesto da série de postagens, sairemos da Sicília em direção à ponta da bota italiana,  a Calabria. 
Este breve passeio vai aguçar seu apetite... Bem, vamos agora te contar um pouco mais dessa especialidade gastronômica,  o Pesto Calabrese. 
Um dos melhores e mais conhecidos primeiros pratos típicos da Calabria é a massa fria com pesto, ideal para comer no verão. Preparado com tomates, pimentões vermelhos, ricota defumada crotonesa, cebola roxa tropea e claro, pimenta.
Sem dúvida o vermelho é a cor evocada pela cozinha calabresa.
O Pesto da Calabria nosso protagonista de hoje é um molho frio simples e saboroso, que além de temperar massas, pode ser passado no pão caseiro quentinho e crocante. 
A bem da verdade, séria impróprio chamá-lo de pesto já que a preparação não requer nenhuma passagem pelo almofariz. 
Quando o assunto é vinho ao provar o prato você perceberá que o pesto calabrese é rico em doçura e aroma, ligeiramente picante, untuoso e suculento.  
Requer portanto um vinho branco macio e saboroso, fresco e persistente. 
Um Espumante Brut também vai bem,  ele consegue equilibrar a suculência,  a tendência doce, picante e aromática do prato. 
Porém, ao preparar o prato cuidando com a pimenta! Se seu pesto ficar muito picante, a combinação com o vinho torna-se inútil. 
Vamos a receita:
Pesto Calabrese
Ingredientes:
300 gramas de pimentões vermelhos 
500 gramas de tomates cereja
1 cebola grande roxa
100 gramas de ricota defumada
100 gramas de queijo pecorino
10 gramas de manjericão 
10 gramas de pimenta calabresa em flocos
Azeite q.b
Sal q.b
Preparo:
1. Deite um fio de azeite numa frigideira grande e, quando estiver bem quente, junte às rodelas finas de cebola e os pimentões cortados em juliene (sem sementes e sem as partes brancas) 
2. Frite em fogo médio até a cebola murchar e os pimentões amolecerem. 
3. Adicione os tomates cereja cortados em quatro, tempere com sal  e continue cozinhando por mais 15 minutos  em fogo baixo.
4  Desligue o fogo, junte a pimenta, o manjericão picado,  misture e deixe arrefecer uns minutos.
5. Despeje o molho num recipiente e, usando um mixer, reduza tudo a um creme liso e homogêneo. 
6. Mexa delicadamente, acrescentando a ricota e o pecorino ralados, vá afinando o molho com azeite até obter a consistência desejada. 
Sirva com rigatoni ou com a massa de sua preferência. 
Um ótimo Carnaval!
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Pesto de amêndoas - Gewürztraminer Zanotto





Beber, Comer e Amar...
Prontos para a segunda receita de molho pesto?
Continuemos em terras sicilianas, já preparamos o pesto de pistache de Bronte (ver post anterior) agora o Má está na cozinha preparando Pesto alla Trapanese.
Ter todos eles sob os olhos certamente será mais prático e ajudará você a escolher o pesto que mais gosta, ficando mais confiante para temperar pratos de massas, acompanhar e aromatizar carnes e peixes, ou preparar bruschettas, saladas e canapés.
Conta a lenda que foram os marinheiros genoveses, vindos do Oriente, que apresentaram aos sicilianos do Porto de Trapani o seu tradicional pesto, o tipicamente verde feito com manjericão, alho e pinholes. Os marinheiros de Trapani reformularam a receita, trocando os ingredientes pelos típicos do território siciliano ( tomates, amêndoas e aglio rosso di Nubia). Assim nasceu o pesto vermelho.
Tradicionalmente o Pesto alla Trapanese acompanha o Busiate, uma massa típica de Trapani que, graças ao seu formato em espiral, retém o molho em seu interior.
Na zona de Trapani, este prato leva o nome de Busiate cu I'agghia.
Alternativamente, você pode usar spaghetti, bucatini ou linguine. 
Segundo a tradiçao local um bom prato de Busiate cu I'agghia deve ser acompanhado por berinjelas fritas e um bom copo de vinho tinto siciliano.
Mas quando o assunto é vinho nós do BCA gostamos de sair fora da caixinha, experimentar...
Se por um lado o Pesto alla Trapanese é completamente diferente do genovês, certamente têm em comum a suculência e a intensidade aromática e gustativa.  Seu sabor é menos gorduroso, pois a acidez do tomate ajuda a deixá-lo mais leve no paladar. Acredito que vinhos aromáticos, de corpo médio, frescos e com persistência olfato-gustativa bem perceptível combinem bem com o prato.
Escolhi o Gewürztraminer Zanotto 2022 da Vinícola Campestre - Vacaria - Rio Grande do Sul -  Brasil


Vinho perfumado com aromas frutados e florais, equilibrado na acidez e doçura e de boa persistência na boca.
Vamos a receita:
Pesto alla Trapanese
100 gramas de folhas frescas de manjericão
100 gramas de amêndoas cruas e sem sal
4 tomates italianos maduros
1 dente de alho (sem a parte verde de dentro)
Queijo pecorino q.b
Azeite q.b
Sal se necessário
Preparo:
1. Toste levemente as amêndoas levando-as ao forno por 5 minutos (dependendo do forno).
2. Escalde os tomates em água fervente, retire as cascas e as sementes.
3. No pilão, amassar o alho com um pouco de azeite.
4. Adicionar as amêndoas e pilar acrescentando azeite se a mistura estiver muito seca.
5. Adicionar os tomates picados, as folhas de manjericão, e o pecorino.
6. Pile até obter um pesto bem homogêneo, acerte o sal se necessário, seu pesto está pronto basta cozinhar a massa e " Mangia che ti fa bene"
Saúde Sempre!
Até semana que vem.




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quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

Pesto de Pistache - Vinho Pinot Grigio



Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando Pesto de Pistache.
Quando ouvimos a palavra pesto, a maioria de nós pensa no pesto de manjericão, que na verdade é o pesto genovês. No entanto, exitem diferentes tipos de pestos sobre os quais queremos falar ao longo das semanas.
Vamos aprender juntos como preparar pestos diferentes, convidativos e fáceis de fazer.
Quando o assunto é vinho, por ser um molho aromático e untuoso, o pesto pede um vinho capaz de realçar seu sabor e aroma, de criar uma harmonia certa e ao mesmo tempo desengordurar o paladar da untuosidade dos ingredientes.
Opte por vinhos brancos jovens, aromáticos, de boa acidez que conferem uma sensação de frescura ao paladar.
Voltando ao pesto de pistache, ele é típico da Sicília, uma terra onde há um cultivo abundante de pistache, entre os quais se destacam os famosos pistaches de Bronte.
Em Bronte, os pistaches são cultivados em solos vulcânicos, no terreno ensolarado do Monte Etna e nas Montanhas Nebrodi.
Na Sicília, os pistaches usados no pesto são colhidos na hora, sem sal e não torrados.
Em outras palavras, eles são crus. Isso, é claro, aumenta a cor verde do molho.
Nem todo mundo pode encontrar pistache siciliano, mas qualquer pistache bom e cru funciona bem.
A receita é bem simples: Pistaches crus, azeite, queijo e sal.
Na Sicília, Caciocavallo Ragusano DOP é frequentemente usado em vez de parmesão, com um sabor mais intenso. Como não temos o Ragusano, para intensificar os sabores, o Marcelo usou uma mistura de Parmesão com Pecorino.
Cremoso, mas cravejado de muitos pedacinhos de pistaches, que lhe dão um toque crocante acompanhou na perfeição um spaghetti, o conjunto da obra ficou fresco, aromático de consistência encorpada e aveludada com um sabor levemente adocicado. Para entrelaçar tudo escolhi um Pinot Grigio brasileiro.
Pinot Grigio EU+EU Safra 2022 - Vinícola Pedras da Quinta Vinhos Autorais
Feito na Serra do Sudeste - Rio Grande do Sul
Jovem, delicado, aromático e fresco.
Rico em frutas tropicais e floral.



Vamos a receita:
250 gramas de pistache cru e sem sal
Queijo parmesão quanto baste
Queijo pecorino quanto baste
Azeite quanto baste
Sal 
Preparo:
1. Em uma panela com água fervente coloque os pistaches crus e sem a casca, deixe por cerca de 2 minutos (isso facilitará a retirada da pele roxa dos mesmos). 
2. Escorra-os e retire a pele roxa que os cobre.
3. Uma vez sem as peles, coloque os pistaches no almofariz, juntamente com 1 colher de azeite, pile.
4. Vá acrescentando alternadamente os queijos e o azeite e continue pilando até obter a textura desejada.
5. Sirva com espaguete.




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Beijoa no coração. 

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

Sauvignon Blanc Zanotto - Talharim Verde



Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando massa.
Hoje, o Marcelo colocou literalmente a mão na massa e preparou um talharim verde, usando basílico (manjericão de folhas largas e levemente enrugado).
Existem diferentes formas de temperar a massa e cada uma delas tem inúmeras variações, a massa de hoje, levou um "susto" no alho e azeite e já ficou no jeito para saborear.
Por isso, escolhi para harmonizar um vinho branco fresco da uva Sauvignon Blanc, para realçar os sabores do prato.
O escolhido foi o  Zanotto da Vinícola Campestre.


100% Sauvignon Blanc safra 2021
No nariz notas de frutas cítricas, toques minerais. 
Em boca boa acidez, repeti o frutado do nariz.
E como o Dia Mundial da Massa foi terça-feira 25 de Outubro, o BCA separou quatro sugestões para você comemorar em grande estilo.
1. Molho de tomate e manjericão ( um clássico mediterrâneo)
O amido presente na massa dá uma certa tendência adocicada, atenua ligeiramente a acidez do tomate e realça o aroma do manjericão. Combinar essa massa com vinhos brancos jovens e secos, frescos, macios e de estrutura média, vai realçar os aromas do prato e deixar sua experiência mais saborosa.
2. Massa com manteiga e queijo ralado ( um clássico, quando a dispensa aqui de casa está vazia).
Muitas vezes aromatizada com sálvia nessa massa a untuosidade e a doçura são bastante perceptíveis e, por tanto, um branco jovem, frutado, quente e fresco irá elevar seu prato.
3. Molho de carne (molho rico em sabores).
Seja leve ou potene como o ragu de cozimento longo ou até um molho de carne de caça mais robusto. O sabor dessa massa será cheio e generoso.
Aos molhos mais leves como o bolonhesa opte por tintos jovens, de aromas pouco intensos, encorpados e possivelmente vivos ou vá de espumante, fica divino!
Para molhos mais ricos, indico sempre os tintos de aromas mais intensos, macios e quentes, encorpados e com uma persistência aromática mais perceptível, e por fim, para molhos à base de caça, tintos com aromas mais evoluídos, encorpados com a mesma robustez da carne de caça e de persistência aromática intensa.
4. Massas com sabores do mar .
Como um espaguete com mariscos...
Se for sem a presença do tomate, o sabor do marisco é reforçado pelo aroma do alho e da salsa: um branco jovem, de aroma intenso, fresco cai como uma luva.
Já se o prato for preparado com tomate, a tendenência ácida do mesmo, faz com que o vinho seja igualmente perfumado, mais macio e com notas de frescura menos acentuadas.
Que tal uma massa para o fim de semana?
Eu como sempre, contribuo com a receita:
Massa verde fresca de basílico
Ingredientes:
250 gramas de farinha de trigo 00
250 gramas de semolina
5 ovos inteiros
2 xícaras de basílico triturado (usei o mixer)
Preparo
1.Junte todos os ingredientes e sove até fomar uma massa homogenêa, faça uma bola, envolva em filme plástico e deixe descansar em temperatura ambiente por 1 hora.
2. Divida a massa em porções, na hora de estender a massa na máquina começe com um pedaço pequeno, passe pela máquina regulada para a abertura mais grossa e vá passando, dobrando e enfarinhando.
3. Quando a massa estiver lisa, firme ajuste a máquina para a espessura de talharim.
4. Cozinhe em água salgada.
5. Salteie no azeite e alho.
6. Sirva com parmesão ralado na hora e um bom vinho.
Saúde Sempre|

quinta-feira, 15 de setembro de 2022

Espumante na cozinha - Panceta de Porco Crocante


Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando Panceta de Porco com espumante.
Cozinhar com espumante pode parecer algo extravagante, sobretudo porque as bolhas se evaporam num par de minutos de cozimento, mas é algo que sem dúvida é interessante. Se a intenção é seduzir alguém há poucas maneiras mais espetaculares de fazer isso.
Sem contar a harmonização, mais fácil impossível, usar o mesmo Espumante à mesa.
Uma pele incrivelmente crocante, que derrete na boca, que gostosura!!! O Marcelo te conta o segredo desta panceta assada no forno que seduz ao mais alto grau. Além de ser super fácil de fazer.
Não vou indicar um espumante específico como sempre faço, por um motivo, o  Brasil tem inúmeros exemplares de altíssima qualidade, o único ponto para a receita e harmonização da mesma é que o espumante seja seco.
Voltando aos espumantes brasileiros e sua diversidade, ele ainda é enormemente subestimado para acompanhar a comida e não falo apenas de canapés, mas de todo o tipo de pratos como sempre mostramos aqui no BCA: frutos do mar, saladas, carnes brancas, pratos levemente condimentados e por ai vai.
O espumante é uma bebida tão versátil quanto o vinho branco. Se você considerar os vinhos espumantes da mesma maneira que os tranquilos (sem gás) e se levar em conta a qualidade e a demanda dos exemplares brasileiros, obterá um prazer imenso ao degustá-lo e combiná-lo com comida.
Que tal preparar essa iguaria?
Eu como sempre, contribuo com a receita:

Panceta com espumante
ingredientes:
1 kg de panceta de porco
4 colheres (sopa) de mel
375 ml de espumante seco
1 cebola
2 colheres (sopa) azeite
Sal e pimenta a gosto
Preparo:
Em uma tigela  misture o mel, o espumante, o azeite, a cebola picada, sal e pimenta.
Regue a panceta com a marinada.
Refrigere por 1 hora.
Preaqueça o forno 180 graus e asse por 45 minutos coberto com papel alumíno. Regue regularmente com o molho da cozedura.
Abaixe a temperatura para 150 graus e asse por mais 1 hora ou até ficar dourado.
Sirva com batatas e um espumante é claro!!!!
Saúde sempre!!!
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terça-feira, 6 de setembro de 2022

Aniversário 6 anos!!!

 


O Beber, Comer e Amar completa 6 anos!
Agradecemos a todos a amizade, a companhia, curtidas e incentivos. Sem vocês nada seria possível!
Que continuemos Bebendo, Comendo e Amando...
Beijos no coração de cada um de vocês. 
Saúde sempre!
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