quarta-feira, 28 de outubro de 2020
6 dicas para combinar vinho e bacalhau
quinta-feira, 22 de outubro de 2020
Croque Monsieur harmonizado com Espumante Fausto Brut
Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando Croque Monsieur, um sanduíche de origem francesa muito consumido nos Cafés de Paris. teria sido inventado pelo dono de um Bistrô em 1910.
O prato apareceu no famoso livro de Marcel Proust, À sombra das raparigas em flor, de 1919, e a partir daí ganhou ainda mais notoriedade.
Ele é basicamente um sanduíche de presunto e queijo (emmental ou gruyère) coberto por molho (o Marcelo usou mornay mas usa-se também bechamel) e gratinado no forno.
Têm inúmeras variantes, podendo ser servido como entrada ou como prato principal.
Para harmonizar escolhi um Espumante Brut nacional pois os sabores bem presentes dos queijos e sua untuosidade pedem algo para limpar o paladar entre uma mordida e outra.
Espumante Fausto Brut Pizzato - Bento Gonçalves - RS - Brasil.
Elaborado pelo método tradicional é bem frutado, com toques florais, fresco e com boa cremosidade, a acidez e o álcool estão bem integrados.
2 xícaras de queijo gruyère ralado
3/4 xícara de parmesão ralado
2 xícaras de leite integral
3 colheres de sopa de manteiga sem sal
3 colheres de sopa de farinha de trigo
2 gemas de ovo
Sal a gosto
Noz-moscada a gosto.
Croque Monsieur (sanduíche)
3 colheres de sopa de manteiga
Fatias de pão (o Marcelo usou brioche)
Fatias de queijo gruyère
fatias de presunto
Mostarda de Dijon
1 xícara de queijo gruyère ralado
Preparo do molho Mornay
Derreta a manteiga em uma panela de fundo grosso. Acrescente farinha, mexendo bem, mas sem dourar, por cerca de um minuto. Adicione o leite, continuando a mexer até que o molho engrosse. Deixe ferver por dois minutos.
Desligue o fogo e acrescente as gemas e os queijos mexa até homogeneizar. Tempere com sal e noz-moscada a gosto. Cubra com papel filme em contato com o molho para impedir que uma nata se forme na superfície e reserve.
Preparo do Croque Monsieur
Coloque a manteiga em uma frigideira e doure as fatias de pão. Monte o sanduíche colocando um pouco de molho mornay no pão, uma fatia de queijo gruyère, duas fatias de presunto, outra fatia de gruyère por cima, mais um pouco de molho mornay e feche o sanduíche com a outra fatia de pão,que ja deve estar com a mostarda.
Coloque os sanduíches em uma assadeira. Cubra-os com molho mornay e depois com queijo gruyère ralado. Leve ao forno para gratinar. Sirva imediatamente.
Você sabia...
No Brunch, café da manhã e almoço se fundem em uma única refeição que geralmente é bem variada, o cardápio pode conter além do croque monsieur que mencionei , pães diversos, tortas salgadas e doces, queijos, embutidos, peixes defumados, panquecas, crepes, saladas, waffles com caldas variadas, quiches, bolos, muffins, frutas. Para beber, espumante não pode faltar, cafés, chás, sucos, vinho branco leve e rosés também são permitidos.
O Brunch ocorre entre 11:00h às 15:00h e servi-lo no estilo buffet é essencial pois assim todos ficam à vontade para circular, conversar e se servir quando e quantas vezes quiserem.
Sua origem é britânica e a palavra é uma junção de Breakfast com Lunch.
A palavra Brunch foi usada pela primeira vez em 1895, Guy Beringer em sua coluna para a revista Hunter Weekly descreveu o novo tipo de refeição para as manhãs de domingo, principalmente para aqueles que saiam para curtir o sábado à noite e acordavam domingo um pouco mais tarde.
Nos Estados Unidos o Brunch teria se tornado popular na década de 1930 em Chicago, quando estrelas de cinema paravam na cidade entre trens para uma refeição no final da manhã. E hoje está presente em vários estabelecimentos com o Eggs Benedict sendo o prato mais popular
terça-feira, 13 de outubro de 2020
Bolo de Santiago - Vinho e sobremesa
Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando Tarta de Santiago.
A Tarta de Santiago é uma das sobremesas mais representativas da gastronomia galega.
Historiadores acreditam que o Bolo de Santiago tenha um passado muito mais antigo, mas a primeira receita confiável apareceu no século XIX, nas notas de confeitaria de Luis Bartolomé de Leybar, nessas notas se chamava "Bolo de Amêndoas".
Até o século XX a Tarta de Santiago não alcançou notoriedade fora da Galícia. Durante este século o bolo galego começa a aparecer timidamente nos tratados gastronômicos espanhóis. Tornou-se também famoso pelo Caminho de Santiago de Compostela, onde os peregrinos estenderam sua fama.
A cruz que decora sua superfície só apareceu em 1924, quando José Mora Soto, fundador da casa Mora, decorou seus bolos com a silhueta da Cruz de Santiago.
O Bolo de Santiago obteve sua IGP em 3 de Março de 2006, onde são especificadas todas as características da receita original. A receita autêntica que o Marcelo tentou reproduzir hoje, é composta de amêndoas, açúcar e ovos e não contém farinha, exceto no caso do bolo coberto (uma variante com massa folhada).As quantidades destes ingredientes devem representar pelo menos 33% por peso do bolo de amêndoas, o açúcar também deve ser pelo menos 33% do peso do bolo e o ovo 25%. O bolo pode ser aromatizado com casca de limão, vinho doce, aguardente ou bebida de bagaço, desde que não prejudique as características do bolo e do glacê de açúcar.
Sua textura é esponjosa e granulada, com sabor típico de amêndoas e cor dourada quando cortado.
É perfeito para harmonizar com uma taça de vinho de sobremesa.
O escolhido para harmonização foi um Moscatel espanhol.
Miguel Torres Floralis Moscatel Oro Branco - Penedes - Espanha
Com uma linda cor âmbar, aromas frutados e florais como laranja cristalizada, limão fresco, passas, rosas e lírios. Em boca é equilibrado com uma boa acidez frutada.
Que tal preparar o Bolo de Santiago para o fim de semana?
Eu como sempre, contribuo com a receita:
Ingredientes
330 gramas de amêndoas moídas - 33%
330 gramas de açúcar - 33%
6 ovos - 25%
Raspas de limão ou vinho doce ou brandy ou aguardente - q.b
Açúcar de confeiteiro para cobertura
Preparo
Pré-aqueça o forno a 180 graus. Bata bem os ovos com o açúcar. Adicione as amêndoas moídas aos poucos (reserve duas colheres de sopa para o final) e, em seguida, as raspas de limão ou a bebida. Misture até obter uma massa homogênea.
Unte uma forma (aro 25) com manteiga e polvilhe com farinha de trigo até nas bordas, despeje a massa anteriormente preparada e polvilhe as 2 colheres de farinha de amêndoas sobre a massa ainda crua.
Leve ao forno à 200 graus por cerca de 30 minutos. Para verificar se está assada, faça o teste do palito.
Para finalizar procure na internet por imagens da Cruz de Santiago, imprima, recorte e coloque-a na superfície do bolo, polvilhe por toda a cobertura com açúcar de confeiteiro, depois retire o recorte.
Você sabia...
O Caminho de Santiago nasceu na Idade Média com a descoberta do túmulo do Apóstolo Tiago, o Maior. O que desencadeou uma onda de peregrinação católica cujo o objetivo final é a Catedral de Santiago de Compostela, onde sua cripta está localizada.
O Apóstolo Tiago, o Maior, é um dos 12 discípulos de Jesus Cristo. Juntamente com Pedro e João pertence ao grupo dos 3 discípulos privilegiados que foram admitidos por Jesus a posição de testemunha nos momentos mais importantes de sua vida.
Tiago foi o primeiro Apóstolo martirizado, decapitado por ordem de Herodes Agripa, por volta do ano 43 em Jerusalém.
Segundo a lenda seus discípulos pegaram, seu corpo e o depositaram em um barco sem leme, pedindo ao Senhor para levá-lo ao local onde deveriam enterra-lo
O barco cruzou o mar Mediterrâneo e foi para Iria Flavia, na Galícia.
No ano de 813, uma misteriosa chuva de estrelas no Monte Libredón (agora Compostela) chama a atenção do eremita Paio Pelayo, quando ele se aproxima do local descobre o túmulo de Santiago, Maior escondido.
No lugar onde foi encontrado foi construída uma pequena igreja sob a custódia dos Monges Beneditinos, e ao longo dos anos essa igrejinha cresceu pouco a pouco até se tornar a atual Catedral de Santiago de Compostela.
A descoberta faz de Compostela um ponto de referência para o cristianismo, semelhante a Roma e Jerusalém.
Hoje, o Caminho de Santiago é um fenómeno social, cultural e religioso.
O caminho foi definido pela rede de Rotas romanas que se juntam aos pontos nevrálgicos da Península.
No total são 10 Rotas, a mais famosa e com mais estrutura para receber os peregrinos é o Caminho Francês, com início em Saint-Jean-Pied-de-Port, na França, são quase 800 km até Santiago de Compostela, que podem ser percorridos em pouco mais de 30 dias.
terça-feira, 6 de outubro de 2020
Bauru o sanduíche mais famoso de São Paulo
terça-feira, 29 de setembro de 2020
Ramen (Lamen) e vinho - Harmonização
sábado, 26 de setembro de 2020
Harmonização - Angélica Zapata - Mignon e Gorogonzola
Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando Medalhões de Filé Mignon ao molho de Gorgonzola acompanhado de batatas rústicas.
A receita de hoje, conta com um delicioso molho feito com Queijo Gorgonzola, queijo este, que quando se trata de emparelhar com vinho é causador de longos debates.
No entanto, os entusiastas no assunto parecem concordar que, a variedade de Gorgonzola Dolce emparelha melhor com vinhos brancos frutados como um Riesling por exemplo, e a variedade de Gorgonzola Naturele (picante) precisa de um vinho mais forte e mais doce, ou até fortificado como um Passito ou um Porto.
Para que você entenda melhor, existem dois tipos de Gorgonzola; a cultura do mofo utilizada e seu período de envelhecimento é o que vão defini-los.
O Gorgonzola é um queijo produzido exclusivamente com leite de vaca. Hoje, a maior parte dos queijos são perfurados com agulhas às 4 semanas de idade para estimular o crescimento da cultura azulada.
A cultura do mofo utilizada no Gorgonzola Dolce é a Penicillium glaucum, é um Gorgonzola mais suave, pois envelhece por apenas 3 meses, por isso possui apenas mofos parcialmente estabelecidos e ainda, preserva grande quantidade de umidade (45%) resultando em um queijo cremoso, com pouca coloração azul e leve picância.
Enquanto no Gorgonzola Naturale usa-se as culturas Penicillium glaucum ou a Penicillium roqueforti, seu envelhecimento é mais longo, 6 meses ou mais, possui mofo totalmente estabelecido, aroma pungente, sabor mais forte e picante, massa quebradiça devido a perda natural de umidade que também influencia o sabor.
Nosso molho foi prepardo com o gorgonzola naturelle.
Partindo dessa premissa, para harmonizar escolhi um Malbec argentino Angelica Zapata.
Um exemplar com frutas maduras, madeira bem integrada e taninos macios. Seu sabores maduros que sugerem doçura contrastaram com o sal do queijo azul. Pois quanto mais pungente e salgado for o Gorgonzola mais se tem a necessidade de um vinho maduro.
Eu como sempre, contribuo com a receita.
Ingredientes:
2 colheres (sopa) de óleo de Canola
4 unidades de medalhão de filé mignon
Sal e pimenta
1/2 xícara (chá) de vinho branco seco
1 xícara (chá) de creme de leite fresco
1/2 xícara (chá) de queijo gorgonzola esfarelado
Preparo:
1. Aqueça bem a frigideira.
Coloque o óleo de canola e grelhe os medalhões. (Só vire o medalhão quando o lado em contato com a frigideira estiver bem dourado). Tempere os medalhões com sal e pimenta. Reserve
2. Utilizando a mesma frigideira que grelhou os medalhões, adicione o vinho branco, queijo esfarelado e o creme de leite fresco. Leve ao fogo até que o queijo derreta e o molho fique um pouco mais espesso, mexendo sempre.
3. Regue sobre os medalhões, esfarele mais um pouco de queijo extra por cima e sirva imediatamente
acompanhado de batatas assadas no forno (preparadas com casca e temperadas com azeite, sal grosso e alecrim antecipadamente).
Você sabia?
As origens exatas do Gorgonzola são desconhecidas, porém, certamente giram em torno de uma cidade que tem o mesmo nome, a 15 km a leste de Milão, no centro da Lombardia.
No século 19, a Lombardia era conhecida pela produção de um queijo macio chamado Stracchino. Há evidências que este queijo feito em torno da cidade de Gorgonzola desenvolveu características especiais que o tornaram único, provavelmente foi contaminado com um mofo particular que estava naturalmente presente nas cavernas onde o queijo era envelhecido.
O "Stracchino de Gorgonzola", começou a ser apreciado como um tipo diferente de queijo, e se tornou conhecido em todo o norte da Itália.
Ao longo do tempo, a produção de Gorgonzola se expandiu para outras partes.
Desde 1970, a produção de Gorgonzola é regulada pelo seu Consórcio e está limitada as áreas da Lombardia e do Piemonte.
terça-feira, 22 de setembro de 2020
Harmonização - Culinária Marroquina - Pastilha
Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando Pastilla.
Pastilla, também chamada Basilha é um famoso prato marroquino preparado em ocasiões especiais como casamentos e feriados.
Um prato antigo com base em uma combinação doce e salgada, que originalmente era feito com pombos (hoje em dia substituído por frango). É apresentado sob forma de uma torta, cujo recheio é colocado em várias camadas de massa extremamente fina e de difícil preparação chamada warka (folha de papel em árabe).
O Marcelo preparou a nossa Pastilla com massa filo e frango, é claro!
Um prato exótico e aromático, rico em especiarias que afetam diretamente o paladar, e quanto mais forte for a combinação dessas especiarias mais difícil fica escolher o vinho, pois pratos condimentados podem anular os sabores de vinhos mais leves, eles precisam de vinhos refrescantes e aromáticos.
Um vinho branco seco da uva Riesling faz um par perfeito. Escolhi para harmonizar o Rheingau Riesling Trocken, de cor amarelo palha, no nariz aromas de frutas cítricas, maça verde, frutas de caroço, floral e toques minerais. Em boca é fresco, com uma ótima acidez.
Que tal preparar essa tradicional torta para seu final de semana?
Eu como sempre, contribuo com a receita:
Ingredientes do Ras El Hanout
1 colher (chá) de sementes de erva doce
15 grãos de pimenta preta
4 dentes de alho descascados
1 colher (chá) de canela em pó
1 colher (sopa) semente de gergelim
1/2 colher (chá) cominho em pó
1/2 colher (chá) de flocos de pimenta vermelha seca
1 colher (chá) páprica
1/2 colher (chá) cardamomo (5 sementes)
1 colher (chá) coentro em pó
1/2 colher (chá) de açafrão
1 colher (sopa) gengibre ralado
1 colher (chá) noz-moscada recém ralada
Ingredientes do açúcar de amêndoa
1/2 xícaras de amêndoas crua
3 colheres (sopa) açúcar granulado
1 colher (chá) canela em pó
Ingredientes para o recheio
2 colheres (sopa) Ras El Hanout (mistura de especiarias)
4 sobrecoxas
1/2 colher (chá) de fios de açafrão
2 colheres (sopa) água quente
200 gramas de manteiga sem sal
2 colheres (sopa) de óleo
1 cebola cortada em cubos pequenos
3 dentes de alho
1 colher (chá) gengibre fresco picado
1/2 colher (chá) pimenta preta recém moída
1 1/2 xícarade caldo de frango
3 ovos grandes batidos levemente
1/4 xícara de folhas de salsa fresca picada
1/4 xícara de coentro fresco picado
1 1/2 colheres (sopa) de suco de limão fresco
1 colher (chá) de sal
Montagem:
18 folhas de massa filo congeladas
Açúcar e canela em pó
Preparação do Ras El Hanout
Processe as 14 especiarias até que vire um pó
Preparação do açúcar de amêndoa
Torre as amêndoas e deixe esfriar
Em seguida num processador junte as amêndoas, açúcar e canela, bata até virar um pó, reserve
Preparação do recheio
Esfregue 1 colher (sopa) do Ras El Hanout sob a pele dos frangos, reserve
Em uma tigela pequena combine açafrão com água quente e reserve por 10 minutos
Em uma frigideira grande derreta 3 colheres (sopa) de manteiga e 2 colheres (sopa) óleo e doure o frango dos dois lados, reserve.
Na mesma frigideira adicione a cebola e o alho, refogue
Reduza o fogo e adicione gengibre, 2 colheres (sopa) Ras El Hanout e cozinhe a mistura mexendo cerca de 3 minutos.
Devolva o frango a frigideira, adicione o caldo de frango e a mistura de açafrão.
Cubra e deixe ferver, virando o frango uma vez, até ficar macio e cozido (25 a 35 minutos)
Retire a frigideira do fogo e deixe esfriar por 30 minutos.
Transfira o frango para um prato, reservando líquidos e sólidos de cozimento, retire a pele e os ossos do frango e desfie.
Reduza os líquidos e sólidos em cerca de 1 3/4 de xícara, mexendo ocasionalmente, reduza o fogo e adicione os ovos lentamente batendo-os enquanto adiciona.
Cozinhe a misturas mexendo até que os ovos estejam incorporados, retire do fogo e despeje a mistura de ovos em uma peneira grossa sob uma tigela, deixe a mistura drenar por 10 minutos.
Transfira a mistura de ovos para uma tigela, adicione o frango desfiado, salsa, coentro, suco de limão, sal e pimenta a gosto.
Montagem - Preaqueça o forno 180 graus
Derreta 4 colheres (sopa)
Unte uma assadeira com parte desta manteiga.
A torta terá 3 camadas de filo, cada camada terá 6 folhas de filo
Primeira camada, disponha 6 folhas de filo uma sobre a outra pincelado cada folha com manteiga derretida, polvilhe 1/4 de mistura de açúcar de amêndoa sobre a primeira camada concluída e coloque metade do recheio de frango e polvilhe em cima desse frango 1/4 de mistura de açúcar de amêndoas.
Disponha a segunda camada de filo seguindo o mesmo processo, polvilhe o açúcar de amêndoa, a outra metade do recheio de frango por cima novamente o açúcar de amêndoa e disponha a terceira camada.
Asse 35 minutos ou até dourar, retire deixe esfriar por 10 minutos e polvilhe com açúcar e canela, sirva.
Você sabia...
Pesquisadores de culinária dizem que a cozinha contemporânea marroquina é essencialmente uma culinária árabe e hispano-muçulmana, com base em um dieta mais antiga e mais simples, com influencias externas da África e da França da era colonial.
Em 1492, durante a queda de Al Andalus, expulsados da Espanha após a reconquista de Granada, os mouros se refugiaram em marrocos e trouxeram suas tradições em uma infinidade de receitas, incluindo a Pastilla. O termo Pastilla é espanhol derivado do termo massa.












