terça-feira, 28 de junho de 2022

Barriga de porco caramelizada- Hong Shao Rou


Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando Hong Shao Rou.
"Hong Shao" é um método de cozimento chinês no qual cozinha-se a carne em molho de soja até obter uma caramelização.
Originário de Xangai e Hunan, é considerado um prato caseiro e normalmente a carne usada na preparação é a barriga de porco.
As versões diferem de acordo com as regiões, o famoso estilo Hunan, estilo favorito do presidente Mao, tem o açúcar mascavo derretido em óleo quente até obter a cor caramelo. Outra variante a de Xangai envolve o molho de soja escuro, que desempenha papel fundamental na cor do prato, ambos possuem uma cor vermelha caramelizada capaz de conquistar os olhos mais resistentes.
Uma iguaria doce, salgada, gelatinosa que servida com arroz cozido à vapor, seduz com seus sabores exóticos.
É exatamente esta amplitude de sabores, especiarias e cores que nos direcionam para a escolha do vinho.
Um tinto aveludado pelas especiarias. Os blends dominados pela Syrah vão aguçar os taninos na caramelização do prato.
Vamos a receita:
Ingredientes:
500 gramas de barriga de porco
1 maço de cebolinha
2 colheres (sopa) molho de soja branco
1 colher (sopa) molho de soja preto
20 gramas de açúcar mascavo
2 anis estrelado
10 gramas de gengibre fresco cortados em rodelas
2 folhas de louro
1 colher (sopa) vinagre de arroz
150 ml de vinho amarelo Shaoxing (com pouco sal 0,08 g por 100 ml)
250 ml da  água coada do cozimento. 
Preparo:
Cortar a barriga em cubos de 2-3 cm
Colocar os cubos em uma panela, adicionar  a cebolinha, cobrir com água fria e levar ao fogo alto.
Assim que começar a ferver e formar uma espuma na surperfície, retire essa espuma com o auxílio de uma colher. Em seguida, escorra (reservando a água do cozimento devidamente coada) e lave a carne em água corrente.
Coloque a carne em uma wok pequena e deseje o vinho de arroz Shaoxing e água coada do cozimento  (mal cubra a carne). Adicione o molho de soja claro, o molho de soja escuro, o vinagre de arroz, o gengibre, o anis e o louro.
Leve ao fogo para que tudo ferva completamente. Cubra com uma tampa e abaixe o fogo. Cozinhe por 50 minutos. Teste um pedaço da carne com um garfo para verificar a maciez. Se passar sem muita resistência, você está pronto para a próxima estapa.
Durante este processo, lembre-se de mexer a carne 1 ou 2 vezes. Se notar que o líquido está secando muito, adicione uma pequena quantidade de água do cozimento quente para evitar que queime.
Após essa etapa, retire os aromáticos,  aumente o fogo, adicine o açúcar mascavo ao líquido do cozimento e deixe ferver bem. Á medida que o açúcar derrete e a água evapora, o caldo reduzirá drasticamente seu volume e ficará espesso.
Durante o processo mexa os cubos de carne de vez em quando para garantir que cada um ganhe cor e brilho.
Retire do fogo quando o caldo for apenas  o suficiente para cobrir o fundo da panela ( o excesso de cozimento pode queimar o moho).
Sirva com arroz branco cozido á vapor e cebolinhas para decorar o prato.
Bom apetite
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domingo, 19 de junho de 2022

Famoso cozido de polvo grego - Oktapodi Krasato



Beber, Comer e Amar...
Sabe aquelas noites, frias de outono que pede aconchego, quando tudo que você quer é sentar e beber uma boa taça de vinho? E que tal melhorar este cenário com um inebriante aroma espalhando-se no ar de um cozido de polvo?
Hoje, o Má está na cozinha preparando Oktapodi Krasato,  polvo cozido em vinho, um clássico das tabernas gregas.
Um prato simples de fazer e muito saboroso.
Na taça, não temos o famoso vinho grego Retsina (o vinho mais conhecido e consumido por lá) um vinho branco, que é acrescido de uma pequena quantidade de resina retirada do pinheiro Alepo que é adicionada no início da fermentação e removida assim que libera seus sabores.
Porém, temos um vinho dos Deuses!!!! (desculpe o trocadilho).
Vinho este produzido nas Missões - Entre - Ijuís - RS
Devido ao paladar e ao seu molho, o cozido de polvo pede vinhos ricos, tanto em termos de aroma quanto de sabor, taninos não muito firmes e acidez equilibrada que vai  realçar a delicadeza do prato.
Nada melhor  que esse Cabernet Franc elaborado por Jorge Fin - Vinícola Fin
Cabernet Franc Gran Reserva 2020 - Safra Histórica
Aromas de frutas e especiarias, taninos macios, quantidade perfeita de álcool e acidez que apoiou lindamente a combinação entre o molho e o polvo.
Esse Cabernet Franc faz parte da coleção Safra Histórica - um kit com 4 vinhos - Ancellotta Gran Reserva, Marselan Gran Reserva, Tannat Gran Reserva e  o Cabernet Franc que degustamos hoje, uma oportunidade maravilhosa para você conhecer um pouco mais do terroir missioneiro e o belíssimo trabalho de Jorge Fin.


Vamos a receita:
Ingredientes:
1 xícara de azeite extravirgem
2 cebolas médias bem picadas
3 dentes de alho bem picados
1 polvo grande (limpo)
375 ml de vinho tinto seco
2 folhas de louro
1 colher (chá) tomilho seco
5 bagas de pimenta da jamáica
1 colher (sopa) de extrato de tomate
1/2 colher (chá) de sal
Pimenta preta moída na hora q.b
Preparo:
Despeje o azeite em uma panela grande e leve ao fogo médio.
Adicione as cebolas e refogue até amolecerem - cerca de 5 minutos.
Adicione o alho e refogue por mais 1 minuto.
Reduza o fogo para médio-baixo e adicione o polvo, o vinho, o louro, o tomilho, sal e as pimentas. 
Cubra e deixe aquecer por 10 minutos. Abaixe o fogo e cozinhe por 40 minutos, ou até que o polvo fique macio, mas não totalmente cozido.
Nesta fase. misture o extrato de tomate e cozinhe por mais 20 minutos.



  

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Chanfana! Uma iguaria portuguesa que vale a pena conhecer.


Beber, Comer e Amar...
A comida e o vinho de uma determinada região representam a identidade cultural da mesma facilitando o conhecimento das tradições, história e costumes do seu povo.
É por isso, que aqui no BCA a gente não se restringe somente a harmonização, junto a ela estão o prazer de Beber, Comer e Amar e outros tantos prazeres a esses relacionados.
Hoje, o Má está na cozinha preparando Chanfana.
Prato típico da Região Centro de Portugal dos concelhos de Miranda do Corvo e Lousã, pertencentes ao distrito de Coimbra.
Um prato histórico cuja a receita é transmitida de geração em geração, elaborado com cabra velha e vinha d'alhos, assada dentro de panelas de barro preto.
Conta a lenda que o prato surgiu no Convento de Semide, as monjas recebiam como forma de pagamento vários gêneros alimentícios e animais entre os quais o vinho, o azeite e a cabra velha. Abatiam a cabra velha, assavam-na em vinha d'alhos - uma marinada deliciosa, de sabor acentuado, estratégia ora para conservar, ora para amaciar, ora para tornar mais saborosa.
Quando o assunto é vinho, você pode optar por uma harmonização regional pois tanto Miranda do Corvo como Lousã possuem uma forte e rica tradição enogastronômica. Apesar de não serem consideradas regiões vitivinícolas, apresentam duas freguesias produtoras:
Freguesia de Lamas do concelho de Miranda do Corvo - Vinho de Lamas
E o vinho da Quinta de Foz do Arouce do concelho de Lousã na região das Beiras - Vinho de Beiras.
Nós optamos tanto para vinha d'alhos como para a harmonização um vinho da Bairrada, outra região que tem a casta Baga como estrela.
Rica em acidez para retirar um pouco da untuosidade do prato, concentrada em aromas e com boa estrutura combinou por similaridade com esse prato tão robusto.



A carne de cabra velha não achamos (risos) mas compramos um cabrito fresquinho lá no Mercado Municipal de São Paulo - Rei do Cabrito - Rua E - Box 27
A Chanfana ficou assando por três horas e meia no forno, uma dica super boa é vedar a panela de barro com papel alumínio para uma cocção melhor.
Vamos a receita:
Ingredientes:
1 kg de carne de cabra
1 garrafa (750 ml) vinho tinto de boa qualidade
4 dentes de alho amassados
1 colher (sopa) sal
1 colher (sopa) colorau
100 ml de azeite extravirgem
2 folhas de louro

Preparo:
Distribua a carne na panela de barro, tempere com sal, alho, colorau, azeite e louro.
Por fim, regue tudo com o vinho, misture e deixe marinando com a panela tampada (geladeira) por 24 horas.
No dia seguinte, envolva a panela de barro tampada com papel alumínio para total vedaçao.
Asse em forno preaquecido a 180 graus por 3 horas ou 3 horas e meia dependendo do seu forno.
Sirva acompanhada de batatas cozidas para aproveitar o rico molho que se forna do cozimento.







quarta-feira, 25 de maio de 2022

Harmonizando café e comida


Aqui no BCA harmonizar vinho e comida é coisa corriqueira. Mas você sabia que também podemos combinar com o mesmo prazer gustativo café e algumas comidinhas! Pois assim como no vinho, é cientificamente comprovado que o café tem centenas de sabores.
Então, ainda no ritmo de comemoração do dia Nacional do Café que foi ontem, 24 de maio vamos embarcar nesta viagem cheia de energia!
Mas antes de embarcar nos emparelhamentos, é preciso primeiro entender que cada grão tem um sabor particular. Assim como as regiões vinícolas, é possível categorizar os sabores do café de acordo com os países que o produzem, e aqui dentro do Brasil de acordo com as regiões.
É preciso estar atento à origem do grão, mas também à torra (clara-média-escura) e ao modo de preparo. Um café de filtro, por exemplo, terá menos força na boca do que um café passado por uma cafeteira italiana.
Sempre lembrando que no café há um lado ácido, um lado amargo e um lado frutado e doce.
Algumas possibilidades:
Se você consome frutas no café da manhã. Um café muito ácido com uma fruta cítrica pode dar um resultado excessivo na boca.
Mamão, melão e banana se beneficiam de um cafe de torra média, com mais doçura e redondeza.
Não abre mão de um croissant ou brioche. Prefira um café forte, mas levemente torrado, com notas de melaço e cacau, para realçar a gordura dos pães.
Vai de bolo no lanche da tarde. O café aveludado se presta bem, pois é composto de muitos aromas, mas não é muito forte na boca.
Agora o queijo!!! É uma das coisas que combinam melhor com café, mas para uma combinação bem-sucedida, lembre-se de uma coisa: um queijo forte pede um café encorpado.
Para queijos mais frescos, opte por um café com sabor menos intenso, mas com uma leve acidez próxima à do queijo degustado.
O café também pode ser usado na cozinha para enriquecer os sabores.
Aviso aos amantes do churrasco!!!! Você que está acostumado a marinar carnes em azeite, limão e vinho, aqui vai uma sugestão de marinada com café para carne bovina que vai te surpreender.
Basta misturar alho, cebola, café forte, vinagre balsâmico, mostarda, açúcar mascavo, sal e pimenta as quantidades ficam ao seu critério dependendo do peso e corte de carne, uma dica é ir experimentando até que fique do seu gosto.
Adicione os bifes e deixe marinar por 1 hora em temperatura ambiente.
Agora é só grelhar e terá um agradável sabor de café.
Dizem que deglaçar um refogado de cogumelos com cafe fica divino, mas essa receita ainda não tentamos.
O que também faz sucesso aqui em casa é o bom cafezinho coado, aí você saboreia um pedacinho de cocada queimada, e vai à loucura com a combinação de sabores.

sábado, 21 de maio de 2022

A melhor torta de cebola do mundo!

 



 
Beber, Comer e Amar...
Torta de Cebola
Um clássico na França, essa torta tinha que estar no nosso blog, pois é uma de nossas preferidas.
Como entrada ou como prato principal para uma refeição rápida, é muito simples e prática. Requer só cortar as cebolas em fatias sem se debulhar em lágrimas, massa quebradiça, um toque de creme para dar liga, manteiga pois ninguém é de ferro, noz-moscada para apimentar e, acima de tudo, um sabor tão poderoso quanto irresistível que compensa as poucas lágrimas derramadas ao cortar as cebolas.
Quando o assunto é vinho, você pode optar por vinhos brancos aromáticos, com notas frutadas e florais, e boa acidez.
Um branco cítrico, vivo e delicado também é ideal para contrabalançar o lado doce da cebola.
Ou um branco com mais mineralidade e alguma especiaria que pode trazer dimensão ao prato.
E porque não um Espumante? Com espumante todo prato fica mais leve!
Ainda mais se tiver bolhas finas, persistentes e notas de avelã que harmonizam lindamente com a cremosidade desta  torta de cebola.
São tantas as possibilidades, você só precisa encontrar vinhos com estrutura suficiente para se destacar contra o sabor forte da cebola.
Então, como a gente sempre diz:
Se joga, deguste um vinho diferente, faça uma receita diferente e desperte todos os seus sentidos.
Saúde sempre!



Vamos a receita:
Torta de cebola

Recheio
2 colheres sopa de óleo
2 colheres sopa de manteiga
2 latas de creme de leite
2 kg de cebolas cortadas em rodelas
6 ovos
Sal e noz-moscada q.b
Preparo
Frite as cebolas no óleo até que fiquem transparentes tempere com sal e noz-moscada.
Deixe esfriar e acrescente os ovos batidos e o creme de leite, reserve.

Massa
300 g de manteiga
6 gemas
Farinha de trigo o suficiente para a massa (massa podre)
Queijo parmesão ralado na hora
Preparo
Amassar todos os ingredientes colocar em forma de aro removível, furando com o garfo o fundo e os lados da massa.
Colocar o recheio e polvilhar por cima queijo ralado.
Levar para assar em forno preaquecido a 180 graus.



 

 

quinta-feira, 12 de maio de 2022

Falta inspiração para sua próxima refeiçao?

 


Beber, Comer e Amar...
Falta inspiração para a sua próxima refeição?
A combinação certa de comida e vinho pode criar uma experiência gastronômica emocionante, um todo delicioso que é realmente maior que a soma de suas partes.
A combinação de vinho e massa é uma delas, com uma infinita variedade de molhos e diferentes preparos.
Hoje, o Má está na cozinha preparando Linguine com cogumelos paris acompanhado de medalões de cordeiro.
Os cogumelos, compostos por mais de 90% de água, possuem notas amargas e o famoso sabor "umami", que pode ser traduzido como "saboroso", descoberto em 1908 pelo pesquisador japonês Kikunae Ikeda. Para harmonizar a dica é escolher o seu vinho de acordo com o tipo de prato e o tipo de cogumelo.
Por serem ricos em umami, isso faz com que eles combinem melhor com vinhos de baixo teor alcoólico, que sejam frutados e com boa acidez.
O Pinot é conhecido por seu aroma de "chão molhado" e é complemento perfeito para os cogumelos de todos os tipos.
Seu corpo mais leve evita dominar os outros sabores, e as notas de frutas vermelhas iluminam toda a experiência com seu frutado.
Considere um Pinot de uma região fria (como o que escolhemos hoje - Patagônia - Argentina) ele entregará vinhos com aromas de frutas vermelhas ( morango, framboesa, cereja) com notas vegetais ( folhas molhadas, cogumelos) sendo também um bom acompanhante para o medalhão de cordeiro.




A receita é simples.
1. Cozinhe o linguine em água com sal até ficar al dente.
2. Reserve 1 xícara da água do cozimento.
3. Escorra o macarrão.
4. Em uma frigideira refogue 2 dentes de alho e 1 cebola picada com azeite, assim que a cebola murchar acrescente os cogumelos cortados, refogue ate que fiquem macios, tempere com sal e pimenta.
5. Acrescente o linguine (já escorrido) mexa e vá acrescentando aos poucos a água reservada do cozimento, até obter a cremosidade desejada.
Obs: os medalhões foram comprados prontos, foram selados na frigideira por 1 minuto de cada lado e depois finalizados no forno.

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Salmão de um jeito que você nunca viu - Espumante Salvattore



Beber, Comer e Amar...
Má na cozinha preparando Salmão envolto em massa folhada.
Você provavelmente conhece aquela máxima, carne vermelha com vinho tinto e peixe com vinho branco. No entanto, com a grande variedade de carnes, grande variedade de peixes e várias maneiras de prepará-los, essa máxima não é tão preto no branco quanto você imagina.
Ainda mais quando se trata do salmão, um peixe com o qual as pessoas tem mais dúvida na hora de harmonizar.
Se um vinho branco seco e jovem acompanha muito bem o salmão em geral, há uma preocupação em conta nesta combinação. Sendo o salmão um peixe rico e gorduroso, não é aconselhável acompanhá-lo com um branco com as mesmas características para não pesar no paladar.
Quando pensamos em tintos, melhor um tinto leve com taninos finos. Na linha dos rosés, prefira os com notas de cerejas e especiarias que irão adicionar mais uma camada de sabor ao prato, e sua acidez contrastará com a natureza desse peixe em particular.
Já os espumantes, uma combinação delicada, que em especial para esse prato, cujo salmão foi envolto com massa folhada e ainda recebeu camadas de duxelles de cogumelos e alho-poró. A acidez e a frescura do espumante trouxeram uma bela vivacidade à gordura do salmão.
A delicadeza e a aromaticidade deste Brut destacaram ainda mais a beleza do prato.



Salvattore Espumante Brut
Serra Gaúcha - Flores da Cunha - RS - Brasil
Uva: Chardonnay - 11,0 % álcool
Método Charmat - açúcar residual 11,2 g/l
Perlage fina e consistênte, frutado (frutas cítricas, maça verde), floral e notas de pão tostado.
Ótima acidez, seco, refrescante.
Viram como as combinações são infinitas? É por isoo que todas as dicas que postamos aqui no BCA são o resultado do desejo de compartilhar, oferecendo a você uma variedade de combinações entre vinho e comida que convida à descoberta e à experimentação.
Vamos a receita:
1 posta de 500 gramas de salmão (sem a pele e sem espinhos)
3 alhos-porós picados (só a parte branca)
200 gramas de cogumelos shitake picados
1 colher (sopa) manteiga
1 rolo de massa folhada
Farinha q.b
Sal e pimenta a gosto
gema de ovo para pincelar
Preparo:
1. Aqueça uma frigideira e acrecente a manteiga, deixe derreter, acrescente o alho-poró e o shitake, refogue até ficar al dente, acerte o sal e a pimenta e reserve.
2. Coloque o refogado na geladeira para esfriar mais rápido.
3. Em uma bancada, abra a massa folhada , passe um pouco de farinha,
4. Coloque a posta de salamão bem seca no centro da massa e tempere com sal e pimenta, coloque o refogado já frio (drenado) por cima do salmão e feche a massa folhada, para fechá-la pincele as extremidades com gema.
5. Corte o que não for usar da massa e descarte.
 6. Pincele também a massa folhada por fora com a gema e leve ao forno preaquecido a 180 graus por 15 minutos ou até dourar a massa.